Pesquise Modelo de Projeto Social

30 setembro 2020

A Força da Mulher na Arte do Grafiti

A sensibilidade a flor da pele, os sentimentos maiores, toda mulher é mais suave, mais meiga, mais forte e em tudo se iguala ao homem, até mesmo ao se expressar na arte de rua.


Minissérie sobre street-art, mergulha no mundo das mulheres artistas de rua.

As mulheres representam a esmagadora maioria dos modelos da pintura clássica, mas as artistas femininas continuam a ser uma minoria. Por quê? Mulheres notáveis do movimento de arte urbana discutem o papel das mulheres artistas em um gênero dominado pelos homens.

https://www.fatcap.com/article/this-is-not-a-graffiti.html

Arte Urbana Poética

29 setembro 2020

Frases para todos os Dias

01- Todos podem escrever. Escrever não é nada de outro mundo, nada sobrenatural. É sim, mágico, pois nos leva a lugares nunca imaginado, à viagens fantásticas.

02- Cada passo que damos deve ser medido pelo esforço que fazemos para ajudar alguém, de nada adianta pensarmos somente em nós, devemos sempre pensar que fazemos parte de uma sociedade e que se ela não for bem cuidada, tanto espiritualmente como socialmente, não teremos um futuro digno para nossos descendentes.

03- Quando olhamos a nossa volta notamos que todo nosso sofrimento é pequeno diante do passam muitas outras pessoas. Devemos agradecer sempre tudo que temos.

04- A mudança deve acontecer primeiro dentro de nós, para depois tentarmos mudar alguma coisa no mundo.

05- A união é o melhor caminho para as grandes conquistas.

Frases de Victor S. Gomez

Projeto - Papel Reciclado ou Artesanal

Uma boa opção na complementação do seu salário.

Trabalho artesanal de papel reciclado publicado no Blog:

O vídeo mostra como produzir papel reciclado de uma forma bem simples.

Produzido pelas crianças do Projeto Clicar, projeto que trabalha com crianças e adolescentes em situação de risco social na região da Lapa em São Paulo.

Os garotos criaram um vídeo bem interessante, ensinando como fazer papel reciclado, a atividade foi realizada no dia 21 de fevereiro de 2008.

26 setembro 2020

Incentivo à Leitura - Biblioteca Real de Alexandria


Talvez a maior biblioteca do mundo antigo, a Biblioteca Real de Alexandria, teve seu auge durante a dinastia dos Ptolomeu. Acredita-se que tenha existido até o domínio dos romanos sobre o Egito. Fundada no século III a.C., mais exatamente durante o reinado de Ptolomeu II, supõe-se que tenha tido em seu acervo mais de um milhão de volumes. 

Vários incêndios destruíram parcialmente a Antiga Biblioteca de Alexandria, um deles é atribuído a Julio Cesar, que teria botado fogo em seus próprios navios. O incêndio teria começado nas docas e se espalhado até a biblioteca. Em 646 um incêndio acidental toda biblioteca foi destruída.

O principal objetivo da Biblioteca de Alexandria era preservar e divulgar a cultura nacional do antigo Egito. Em suas salas foram traduzidas para o grego as Escrituras Hebraicas, por 72 eruditos judeus.


Grandes nomes da Alexandria
Euclides: Matemático
Aristarco de Samos: Astrônomo
Arquimedes: Matemático e Inventor
Calímaco(c. 305-c. 240 a.C.): Poeta e Bibliotecário grego
Eratóstenes: Polímata (conhecedor de muitas ciências)
Galeno: Médico
Herófilo: Médico
Hipátia: astrônoma, Matemática e Filósofa
Ptolomeu: Astrônomo

25 setembro 2020

A Arte de Monteiro Lobato


José Bento Renato Monteiro Lobato, Paulista de Taubaté, mais conhecido como Monteiro Lobato, foi advogado, fazendeiro e adido cultural do Brasil nos EUA. Empreendeu luta incansável pela necessidade da exploração do petróleo em terras brasileiras e isso valeu-lhe a prisão e o exílio na Argentina. Mundialmente conhecido como escritor infantil, nasceu em 18 de abril de 1882. 

Não há no Brasil quem tenha superado Monteiro Lobato, como escritor de histórias infantis. No Sítio do Pica-pau Amarelo ele colocou personagens antológicos, como a boneca Emília, Narizinho e Pedrinho, Dona Benta, Tia Anastácia, Rabicó, o Visconde de Sabugosa, Tio Barnabé, o Saci-pererê, a Cuca, o Minotauro e muitos outros, misturando realidade e fantasia em doses sábias.


Fundou a Editora Monteiro Lobato & Cia, e segundo dizem publicava seus próprios livros, fez parceria com bancas de jornais para comercialização de suas publicações, algo inédito para época. Em 1921 distribuiu como doação cerca de 5oo exemplares de seu livro, "A Menina do Narizinho Arrebitado", para as escolas públicas.

Monteiro Lobato soube lidar com o universo mental da criança, empregando mitos do folclore mundial que convivem harmoniosamente com os mitos das histórias populares brasileiras.
Algumas histórias infantis: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho e Hans Staden, Memórias de Emília e Peter Pan, Emília no País da Gramática, A Aritmética de Emília, O Poço do Visconde, Geografia de Dona Benta, Histórias de Tia Anastácia, O Minotauro, O Marquês de Rabicó

fonte parceria: www.livrosparatodos.net

24 setembro 2020

Frases de Bons Sentimentos e Amor

01- Todos os dias vemos coisas que nos desagradam e fazem com que nos sintamos menos humanos. Famílias se destruindo, atos de guerra desnecessários, estamos nos destruindo o tempo todo, sendo as vezes agressivos até com quem nada tem a ver com nossos problemas. Devemos olhar a vida com mais tranquilidade e amor. Bons sentimentos geram bons sentimentos.

02 - Aprenda sempre com quem sabe, nunca tenha medo de dizer que outra pessoa sabe mais do que você, que é melhor que você, você ganha com isso.

03- O tempo passa e cada vez mais nos trás lembranças do que fizemos. E se foram coisas boas, maior nossa sensação de dever cumprido.

04- Não se fala eu vou fazer, se faz!

05- Quando deixamos de lado nossa história, ficamos fadados ao esquecimento.

Frases de Victor S. Gomez

22 setembro 2020

Olhos que Brilham em uma Cidade Qualquer

Do inconsciente surgem novas formas de ver, de olhar, de assistir a tudo não só pacificamente, mas procurando encontrar mais amor em tudo que se faz. Olhos que brilham, tentativas talvez inúteis de preservação, mãos que manipulam a dor de cada um, e a tristeza na janela, ou uma espera mais longa de um encontro que nunca irá acontecer, e a esperança de que apenas podemos encontrar nas crianças os alicerces de um novo futuro.


21 setembro 2020

Poema, O Rei não está Nu, com Roseli Moreira

Sábado na Live do amigo The Luth, a Professora e grande amiga Roseli Moreira, recitou meu poema "O Rei não está Nu".




O Rei não está Nu - Um texto de Victor S. Gomez

Meu medo é que esse mal se espalhe,

se espalhe tanto,

que nunca mais saia daqui,

que nunca mais vá embora.

Quem tinha tanto,

agora tem tão pouco,

mas nem todos estão como nós.

Todos os dias os carros correm pela cidade,

levam e trazem mensagens,

alegre para uns poucos,

Tristes para outros tantos.

Parece que isso se repete todos os dias,

uma vida sem rumo,

sem razão alguma.

E a violência se arrasta,

até dar o bote,

nos atacando bem no pescoço.

E a fome,

tem cara de horror, 

ainda mais quando nos olhamos no espelho.

A morte chegou sorrateira,

com seu semblante sorridente,

nos levando em seus braços todos os dias.

E são tantos que se vão,

que mais parece uma guerra.

Nem sempre tudo isso foi assim, 

então existe a possibilidade de tudo voltar ao que era antes, 

e ficar bem melhor.

Eu anseio por mudanças, 

anseio pelo bem do povo, 

anseio pelo desaparecimento dos reis.

O rei não está nu, 

ele vestiu todas as roupas possíveis, 

é isso mesmo minha gente,

o rei não está nu,

ele vestiu todas as roupas possíveis,

mas com o nosso dinheiro.

20 setembro 2020

A Poesia de Torquato Neto

"Torquato Neto, poeta herói de terra distante, de nossa triste pátria querida, da doce Teresina, morto tão cedo se foi. Oh! menino pouco amado, quase nunca lembrado, pelo monstro adormecido quase esquecido." Victor S. Gomez


Terminei de ler! Torquato Neto, um dos maiores poetas brasileiros. Resistiu a ditadura, mas não a indiferença dos "amigos". Guerreiro solitário, Dom Quixote lutando contra seus moinhos sucumbiu a eles. Por que é tão difícil para as pessoas se ajudarem umas as outras? Quando ele mais precisava de ajuda, o ignoraram, o deixaram de lado, o abandonaram. Depois de sua morte lançaram livros, discos, é difícil de entender.

Descobri Torquato em 1972, eu tinha apenas 19 anos. Foi seu lado mais triste que conheci primeiro. De todo seu bilhete lacônico, o que mais me marcou foi a frase final: "Prá mim chega".

18 setembro 2020

Grafite não é Pichação

Não confunda Grafite com Pichação. Uma não tem nada a ver com a outra.

Avalie a técnica, o desenho: O grafite é uma arte que está relacionada e baseada em desenhos e figuras, que são pensados e elaborados. Muita vezes, os grafiteiros demoram dias para terminar suas artes.

Na pichação tudo foge ao que é artístico e o que fica é apenas a vontade contrariar, sujar, e destruir o patrimônio, simplesmente com vontade de vandalizar.

fonte: http://xn--diferenaentre-ogb.com/diferenca-entre-grafite-e-pichacao/


Arte Urbana Poética

17 setembro 2020

Frases sobre a Vida e outros Pensamentos

01- A medida que o tempo passa para mim, ele vai ficando maior. Maior em conhecimento, em amor, em encantamento pela vida.

02- Flores iluminam seu caminho, limpam sua alma.

03- O tempo passa, a vida se renova, mas não devemos esquecer de apreciar o belo e reconhecer que vale a pena viver.

04- Conforme os anos passam, tudo muda na vida. A água que passou pela ponte, há um tempo atrás, não é a mesma que passa hoje. O livro que eu li anos atrás, é diferente quando o releio agora. É preciso acompanhar as mudanças, mas sem perder o discernimento do que é bom ou ruim.

05- Sustentabilidade é realizar alguma atividade que se desenvolva sem agredir o meio ambiente, nem prejudicar o planeta, e que traga cidadania para quem a pratica e para as outras pessoas.


16 setembro 2020

Grafite é Poesia - Imagens que Formam Palavras

Quando criamos uma imagem, tentamos colocar nela nossos melhores sentimentos, e o que são os sentimentos senão nossos mais profundos desejos, nossa vontade de melhorar nossa vida e se possível a de todos. Isso é poesia, amor é poesia, tentar melhorar o que vemos também é poesia. Quando alguém deposita suas cores em uma parede, não a está pichando, está depositando nela todo amor que tem dentro de si.

"Como guardiões de um novo tempo, eles anunciam um caminho, ou apenas trazem cores para deleite de quem passa, em frente a porta, que não abre, ou se abre, o que veremos do outro lado?" Victor S. Gomez - Escritor


Arte Urbana Poética
https://www.facebook.com/ArteUrbanaPoetica/

As imagens que formam palavras, coladas nas paredes, nas portas, formam também poemas, de vida, de pessoas, que os olhares curiosos a cada instante transformam essas mesmas imagens em novos poemas. 

Autor desconhecido

Você sabe quem é Wild Robson?

O ex líder da  Banda Space Bossa, projeto Experimental de Música Eletrônica com Bossa Nova, Wild Robson esteve em altos lugares.


Wild Robson é poeta, compositor e multi-instrumentista. Um artista completo.  Tocou em diversos festivais, lançou um EP de estréia e um filme musical, ambos com o título:  "Histórias pra Cantar".

Histórias pra Cantar tem cinco singles todos com arranjos e composições de Wild

1- Histórias pra Cantar
2- O Afeto, Ternura e o Amor.
3- Seja Onde For
4- Maíra 
5- Riqueza na Vida

Com estilo Você sabe quem é Wild Robson? Folk Pop, Indie e Surf Music foi muito elogiado, mesmo usando métodos não convencionais de gravação.

 Agora Wild Robson dá  um passo maior, que é gravar um álbum completo que vai se chamar  O Amor Rural.O material está  sendo produzido por Ian Guedes, guitarrista e filho do cantor Beto Guedes. Uma das referências  e influências assumidas de Wild. Um álbum com gosto de sonho realizado.


Sobre O Amor Rural 
    O novo CD de Wild Robson já tem capa, e nome: O Amor Rural. Sem dúvida será o disco dos timbres. A produção está por conta de Ian Guedes guitarrista e filho de Beto Guedes. Ian está caprichando e o disco está sendo gravado no Estúdio Ultraleve em Montes  Claros, nas Minas Gerais. Conta também com a banda do Beto Guedes, somado também ao renomado produtor Mineiro Márcio Lomiranda. Márcio toca órgão e piano. Ian está gravando violão e guitarras. Ele usa alguns instrumentos  históricos que acompanharam a carreira do seu pai. A guitarra Gretsh de 1962, sim, a mesma usada nos discos "A Página do Relâmpago Elétrico" e "Sol de Primavera", ambos de Beto Guedes e também no icônico disco do Tênis de Lô Borges. Há ainda o contrabaixo da marca Hofner, o mesmo da capa do disco "Contos da Lua Vaga", está sendo pilotado pelo ilustre Adriano Campagnani, músico de mão cheia que toca há  mais de vinte anos com Beto Guedes. Adriano tocou também com Lô Borges, Flávio Venturini, Toninho Horta, Kid Abelha, com o gringo da Surf Music Donavon Frankereiter  e foi professor do contrabaixista do Jota Quest. O órgão Hammond  e o piano estão sendo tocados  por Márcio Lomiranda, colaborador das gravações de Wild Robson desde a época da Space Bossa. Lomiranda, também mineiro de Divinópolis, produziu uma gama de artistas famosos dos mais diferentes estilos e  fez trilhas para séries e filmes da Rede Globo de televisão. Nesse novo trabalho Wild Robson mergulha fundo no Clube da Esquina e no Rock Rural.

O Amor Rural terá várias participações. Aguardem !  Pois os sonhos não envelhecem. A paz na terra amém.

E tem mais, o incrível multi-artista Gilberto de Abreu que fez a arte da capa do disco Sol de Primavera do Beto Guedes, o encarte do disco Nuvem Cigana do Lo Borges e o encarte do disco do Toninho Horta Terra dos Pássaros, está fazendo a capa do meu novo disco e o cenário do show entre outras artes. Uma honra ter alguém desse nível somado as minhas canções e carreira.

15 setembro 2020

Projeto Grupo Musical Pé de Vento

"No Clube 29 de junho, nós desenvolvíamos um projeto de cultura alternativa, e o responsável pelo espaço era o ator e escritor Odir Ramos. Lembro que fizemos uma reunião com ele e o pessoal do Duo Assad, violonistas excepcionais do bairro de Campo Grande - RJ, bem conhecidos, que acabaram me indicando para assumir a programação cultural, sob a supervisão do Sr Odir Ramos. Tivemos muitas atividades, muitas produções neste local. Lembro também do hoje Diretor Teatral Sidney cruz, com o pessoal do "Bate com Força no Bumbo", muitos poetas, muita música. Paralelo ao final da rua, ficava o Cineclube Paulo Pontes no Colégio de Freiras, que passava alguns curtas e alguns filmes censurados. Ali também ocorreu uma apresentação do Grupo Musical Pé de Vento.

Clube 29 de junho

Gostaria de destacar a importância do Jessé Costa e de Victor S. Gomez, que na época, de forma pioneira, já manifestavam a preocupação com as memórias daquilo que se produzia culturalmente, e que apesar de todas as dificuldades, sejam financeiras ou políticas, sempre documentavam os eventos e encontros do grupo Pé de Vento." Ronaldo Rodrigues RRJuca

na casa do Valdir de Holanda no Rio da Prata, Campo Grande RJ.

"O grupo de Pé de Vento não tinha o mesmo carisma dos Novos Baianos, mas também eram novos, não eram tão conhecidos como o Asdrúbal trouxe o Trombone, mas viveram os mesmos anos de chumbo que eles. Sob o manto da mais cruel das ditaduras, Médici e Geisel, correndo os mesmo perigos que seu irmão de artes, o Grupo Garra Suburbana, o Pé de Vento rodopiou pela Zona Oeste, Zona Norte, Zona Sul e pelas Faculdades que vez por outras abriam suas portas para ele. Inovando sempre graças as noites em claro, regadas a vinho e cachaça coquinho, o grupo bailou por tantos cineclubes, colégios, teatros do subúrbio, palcos de universidades, e qual bailarino tantas foram as vezes que parou na cachoeira do Rio da Prata em Campo Grande - RJ e na rua da Margaridas em Vila Valqueire. Parou não, porque ele não parava, tocavam, cantavam e pelo percurso surgiam novos componentes, fãs, agregados, simpatizantes, até estacionar na Sombra da Goiabeira no subúrbio do Rio de Janeiro, lar temporário de trabalhadores, artesãos, músicos, poetas, atores, militantes, que viviam o sonho de acreditar que mudariam o mundo, ou pelo menos nosso sofrido país. Canções como Vila Alzira, Pé de Vento, e outras que nem lembro o nome, com versos como: "levo no velho embornal, farinha jabá e poesia", todas surgidas em noites de grandes fogueiras, se encaixavam e nossas vidas, e as transformaram,em pessoas que somos hoje verdadeiros lutadores, que mesmo quando caem, buscam forças e se levantam, encarando novamente as dores do mundo e nunca deixando de acreditar que tudo pode ser melhor, e se depender de nós e dos amigos que já se foram tudo vai mudar mesmo. Nós acreditávamos na força dos que trabalham e continuamos a acreditar." Victor S. Gomez

14 setembro 2020

A Arte de Grafitar

Seria um verbo? Grafitar. Pode ser também poesia, poesia de letras, poesia de cores, poesia da rua, ou será Arte Urbana Poética? Cada um se expressa a sua maneira. Uma arte que ilumina pode ser considerada obra de arte, e o grafite trás dentro de si a força de pessoas que querem, não o cinza sujo que se espalha pela cidade, mas as cores e a luz, que mostram que um povo tem direito de viver alegremente, no mínimo. Victor S. Gomez
 

Arte do grafite
Espaços públicos são transformados, paredes ganham vidas, desenhos contam histórias…  O movimento começou a ganhar força nos anos 70 e, de lá pra cá, passou por grandes mudanças. O filósofo e pesquisador Pedro Moreira, que estuda sobre grafite e pichação na USP conta um pouco sobre as gerações passadas e as atuais.
https://www.westwing.com.br/magazin/lifestyle/arte-do-grafite/


Blog Cidadania 

12 setembro 2020

Clóvis no Carnaval da Zona Oeste - curta metragem de Waldir Onofre

Texto de Ronaldo Rodrigues RR Juca

Clovis, Bate-Bolas, a alegria do carnaval suburbano, faz parte da filmografia do cineasta de Campo Grande RJ, 

Waldir Onofre, cineasta e ator brasileiro, um dos primeiros cineastas negros do país.

Cineasta Waldir Onofre
Cineasta Waldir Onofre

O Cineasta Waldir Onofre, que através desse tema e bloco de carnaval, nesse curta metragem, denunciava a situação de exploração e abandono de um Vila operária, loteamento Vila Alzira em Paciência RJ, bem como destacava a insatisfação da população local com uma manifestação dos moradores de Vila Alzira. 

O grupo de musical Pé de Vento, foi convidado pelo cineasta a participar da trilha sonora e lançou no bloco de Clóvis, em passeata no calçadão de Campo Grande RJ, a música Vila Alzira em formato de marchinha, que reiterava esse protesto em praça pública. Apesar da censura e de todo aparato de segurança no entorno da caminhada do bloco de Carnaval de Clóvis.

Grupo de musical Pé de Vento

Em compasso de afrontamento a rígida conjuntura da sociedade naquele momento, o filme de Waldir Onofre, com essa  carnavalização sob  expressão popular o carnaval do  Clóvis, ou bate-bolas, tradição centenária do subúrbio do RR, resgatava o papel  crítico da arte popular e bem  na zona oeste ,  região  distante da capital  do RJ - Vila Alzira - loteamento do bairro de Paciência, Campo Grande,  Zona Oeste do RJ, uma área rural semiurbana distanciada cerca de 60 km da capital, do Rio de Janeiro  que passava por uma tensão  grave  com parte de sua população sendo despejada de conjunto habitacional e se manifestando contrária ao ato de arbitrariedade e denúncia vazia executada por imobiliárias financiadas pelo governo da época, que desrespeitava os direitos da população.

Manifestando sua revolta com a situação. O grupo musical Pé de Vento, em uma abordagem artística compromissada, engajada, e  em uma proposta de arte realista e urbano rural, cantava em apoio a população, o que é expressado nesse filme documentário. 

A música Vila Alzira, tenta, assim, expressar a luta e a esperança desses moradores, enfim, era o momento também da arte política engajada, da arte com participação social, arte enquanto instrumento de mudança, luta pela liberdade de expressão, liberdade de expressão era nosso mantra. Tempo da formação de grupos de arte, grupos do subúrbio, manifestar, expressar, pequenos sois na tempestade, grupo de jovens filhos de trabalhadores, jovens entre 16 a 20 anos experimentar arte - arte como megafone, denuncia, sem um tostão no bolso, sem qualquer apoio do Estado, pelo contrário, não interessava a existência desses - nessa região, área ainda rural, do subúrbio do RJ, laboratório de ideais-experiência-construção de projetos de arte sócio político.

Tempo dos movimentos de arte no subúrbio, movimento de cineclubes, com cinema nacional e muito debate e muita música, muita poesia e literatura que que tratava e falava da realidade brasileira. Em Campo grande, RJ, o cineasta Waldir Onofre, exercia um papel fundamental de organizar um movimento de cinema e teatro, com dezenas de jovens, envolvidos.

O grupo de musical Pé de Vento, é um dos destaques da época, com sua música urbano rural, era um grupo formado por jovens trabalhadores que se reuniam para tocar e cantar nas ruas, praças, universidades, escolas, cineclubes, espaço alternativos, teatros da região, que conseguiam sem temor expressar sua insatisfação com a situação e conjuntura opressiva em vigor.

Estamos no período final anos 70, época da terrível ditadura Médici, período de censura, de distanciamento social compulsório, imposto pela segurança nacional, são proibidas manifestações e um aparato de espionagem do governo e de sua segurança, observava e acompanhava cada expressão popular que se manifestava.

O grupo de musical Pé de Vento é um expressivo e atuante grupo musical cuja participação nesse processo de resistência cultural deve ser considerado. Salve a Vila Alzira e seus moradores!

Fontes; memoria de Ca. Grande RJ- professor Carlos Eduardo de Souza- A tradição dos Bate-Bolas      

Bairros Cariocas. Aplicativo desenvolvido pelo Instituto Pereira Passos (Prefeitura do Rio de Janeiro)

Distrito Santa Cruz

CLÓVIS NA ZONA NORTE-Categorias curta-metragem- Filmografia de Waldir Onofre. Ele foi um dos primeiros cineastas negros que a partir de seu trabalho artístico sempre lutou por justiça social.

ADRIANO DOMINGOS MONTEIRO Os territórios simbólicos do Cinema Negro: Racialidade e relações de poder no campo audiovisual brasileiro.

08 setembro 2020

Mais Algumas Frases

01- Tenha mais cuidado com aquele que se esconde por detrás do espada do senhor feudal, do que do próprio senhor feudal.

02- Fica difícil falar de caráter, quem não o possui.

03- Não é possível fazer autocrítica sem reconhecer nossos erros. Somente quando o fazemos é que crescemos como ser humano.

04- É impossível mentir o tempo todo, mais cedo ou mais tarde a mentira mostra sua face oculta.

05- Ouça mais, fale menos, você só tem a ganhar.



Imagem:  

07 setembro 2020

Projeto Manual de Curso de Fibra de Bananeira


Material bastante interessante para aqueles que estão querendo aprender uma nova técnica artesanal e desejam aumentar sua renda.

Apostila de Artesanatos e Papéis em Fibra de Bananeira

REALIZAÇÃO: Prefeitura Municipal de Ubatuba 
Local: Secretaria Municipal de Cidadania e Desenvolvimento Social Rua Paraná, 375 – Centro - Ubatuba – SP 
Fone : 12 – 3832-6038


TÉCNICA: 
Colheita do material (Pseudocaule) para confecção da palha: O pseudocaule (tronco) da bananeira deve ser cortado cerca de três palmos do chão. O pseudocaule é constituído por camadas que se soltarão facilmente e também de um liquido que pode manchar a roupa e por isso deve-se neste estágio, usar o avental, luvas de borracha e se possível, botas para se evitar acidentes durante o corte. Para a confecção de palhas, utilizamos todas as bainhas que formam o pseudocaule, que geralmente contem mais ou menos de 15 a 20 partes, e podem ser retirados uma a uma manualmente. Após a retirada das bainhas, estas serão desfiadas em fitas ou tiras para se obter as palhas. 

CONFECÇÃO DA PALHA: 
Cada bainha é constituída de varias tiras, sendo cada uma delas de diferente espessura e cada tira é formada uma palha; depois de lavada, secada e trabalhada. 

RELAÇÃO DE MATERIAS NECESSÁRIOS: 
- Pseudocaule de bananeira. - Faca. - Glicerina ou amaciaste. - Pedra hume ou sal. - Lata de tinta vazia e limpa (18 Litros). - Pano para limpeza. - Colher de pau. - Peneira. - Mesa. - Cloro ou água sanitária. - Luvas de borracha. - Avental. - Anilina para tecido. - Água. - Fogão. - Jornal velho. - Tesoura. - Bacia. - Tear. - Sabão em pó. - Detergente. Os trabalhos devem ser desenvolvidos em lugares arejados e grandes para se fazer alguns varais, que contenham várias mesas, tanque ou pia com água e fogão de gás. 

INTRODUÇÃO: 
O curso de artesanato com fibras de bananeiras, tem como objetivo reciclar as fibras que nunca eram aproveitadas; e que, portanto não eram nada úteis. Assim sendo, após o corte do cacho das bananas, quando estas já estiverem prontas para o consumo, corta-se o caule, o qual este se tornara, depois de trabalhado, geração de rendas através do artesanato, produzindo papeis, palhas e diferentes formas de fios com a fibra deste caule, as quais são perfeitamente viáveis na confecção de vários artigos como: as folhas de papeis, bolsas, esteiras, cestos, chapéus, bonecas, tapetes, etc. Esta apostila contém detalhes e conhecimentos técnicos para que o artesão possa receber algumas ou várias propostas de como confeccionar e comercializar os produtos relacionados em projeto anteriormente elaborados. A palha e o fio da bananeira são retirados do pseudocaule (tronco) da bananeira, o papel é produzido inclusive das partes secas. O pseudocaule da bananeira é cortado para ser reciclado porque a mesma só produz o cacho uma vez: após a retirada do cacho é perfeitamente viável que se trabalhe com o caule para fins artesanais. 

TIPOS DE PALHA: 
- Palha lateral. - Palha interna. - Renda. - Palha externa.

PALHA LATERAL:
Após a retirada da bainha inteira do pseudocaule, as duas primeiras fitas, retiradas nas suas laterais, que geralmente são finas, não precisam de tratamento, e são chamadas de palha lateral. Pelas espessuras pode-se extrair duas palhas de cada lado da bainha. Após o corte do restante das tiras da bainha, no sentido do comprimento, elas variam de 1,0 cm e meio á 4,0 cm de largura. Todas as tiras depois de cortadas serão lavadas e colocadas para secar. 

PALHA INTERNA: 
É a parte mais mole da bainha, ou seja, á parte de dentro, de onde se extrai a palha. 

RENDA: 
O meio da bainha é formado por uma camada relativamente rendada; que é extraída limpando-se os seus dois lados da fita. 

PALHA EXTERNA: 
Como se diz o nome é a palha confeccionada através da camada de fora da bainha, extraídas com o auxílio da faca de cozinha que não possuem serra, para não danificar a fibra a ser retirada. 

PREPARAÇÃO DAS FIBRAS: 
1 - Depois de retiradas as tiras da bainha, uma a uma, retira-se em primeiro lugar a camada de dentro da bainha juntamente com a renda. 2 - Temos já separada a parte exterior. 3 - Agora, separamos a parte interna da parte da rendada. 4 - Voltamos a parte exterior primeiramente extraída e raspamos inteirinha para a retirada da mucilagem. 5 - Todas as tiras devem ser lavadas e postas nos varais para a secagem. Se colocadas no sol, as palhas tornam-se de cor clara; se secar dentro do barracão ou em lugares ventilados, mas não secadas no sol, estes terão cores mais escuras. Como todas as outras fibras vegetais; as palhas de bananeiras devem estar maleáveis para serem manuseadas, ou seja, não podem estar secas demais, e caso isto ocorra, devem ser umedecidas novamente antes de serem utilizadas em trabalhos artesanais

TINGIMENTO: 
Para se tingir as palhas confeccionadas, podemos utilizar os corantes encontrados na natureza, o qual cozido juntamente com a fibra, adquirirá tons e cores variadas ou mesmo podem se tingir comas anilinas utilizadas para tingir tecidos. 

MATERIAIS NECESSÁRIOS: 
- Lata com água (lata de 18 litros. Com 06 litros de água). - Pedra hume (10 colheres) ou sal. - Anilina para tecido (03 tubos). - Glicerina (10 colheres) ou amaciaste. - Colher de pau. - Fogão a gás. 

PARA TINGIR: 
1 - Coloque 06 litros de água em uma lata de tinta vazia e limpa (de 18 litros) Coloca-se no fogo para ferve, após abrir fervura, acrescente a água, 10 colheres de sal pó pedra hume, 10 colheres de glicerina ou amaciaste e três tubos de anilinas para tecido. 2 - Mexa bem. 3 - Umedeça as palhas a serem coloridas e coloque na lata de água fervendo. 4 - Mexa bem. 5 - Deixe ferver por 45 minutos, mexendo sempre para que a cor fique uniforme. 

SEPARAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PALHAS: 
Palha interna e rendada: É utilizada para confecção, em tear, de tecido como: -Tapetes. - Bolsas. - Chapéus. - Esteiras, etc. Palha externa e rústica: É mais resistente e é utilizado para objetos trançados, como por exemplo: sacolas, cestas, chapéus, esteiras e etc. 

TÉCNICA: 
Preparação do Tear: - Quadro de madeira 20 x 20 cm, com 02 cm de espessura. - Pregos. - Martelo. - Lápis. - Régua. Colocam-se os pregos na parte de cima e na parte de baixo do quadro, com espaço de 01 cm entre eles.


EXEMPLOS DE TINGIMENTOS COM CORANTES NATURAIS:
- Semente de urucum: alaranjado. - Pó de café: marrom. - Casca de cebola: alaranjado. - Açafrão: amarelo. - Folha de cenoura: verde. - Folha de abacate: mostarda. - Caroço de abacate: marrom. - Folha de salvia: verde. - Casca de uva: azulada. - Casca de jabuticaba: rosa. - Casca de pinhão: marrom avermelhado. - Semente de girassol: amarelo. 

COMO TINGIR UTILIZANDO CORANTE NATURAL: 
1 - Em uma lata de 18 litros. Colocam-se 5 litros de água e põe-se a ferver. 2 - Colocam-se 50 gramas de pedra hume ou sal, mexendo bem, acrescente os corantes naturais. Exemplo: (10 cachos de urucum). 3 - Ferver por 45 minutos. 4 - Retirar a planta ou sementes. 5 - Coloque a palha nesta água e cozinhe por 1 hora, mexendo para absorver toda a cor, de forma homogênea. A pedra hume é usada para fixar a cor, e como fixador natural, pode-se usar folhas de goiabeira, pois esta age como mordente ( fixador). Exemplo: Dissolver urucum em água fervendo junto com folhas de goiabeira. Cozinhar as fibras por 1 hora nesta substancia, depois de retirar do fogo, deixar nesta mesma água por mais 24 horas. 

MONTAGEM DO URDUME (BASE DO TECIDO): 
1 - Passar o barbante de 04 fios por entre os pregos, entre dois lados do tear. Inicia-se amarrando o fio no 1° prego, fazendo o zigue – zague até o final, dar um nó no último prego ou iniciar amarrando o fio do barbante no quadro do tear, ao lado do 1° prego. 

CONFECÇÃO DA PEÇA. (PANÔ): 
1 - Depois de confeccionado o urdume, inicia-se a 1ª carreira no tear, passando a palha confeccionada entre as fileiras de barbante, intercalando um por cima e outra por baixo. 2 - Vá juntando as tiras de palha de bananeira para que fiquem bem juntinhas. 3 - Aperte as palhas usando um pente largo. 4 - As emendas são feitas sobrepondo o ultimo pedaço de palha +/- 04 cm, evitar dar nós. 5 - Utilizar palhas da cor natural ou intercalar com as coloridas.

TÈCNICA CONFECÇÃO DO CACHEPÔ: 
Material necessário: - Palhas ou fios de bananeira. - Agulha de costurar saco. - Barbante para costura. - Forma de cachepô. 1 - Fazer uma trança de três (de cabelo) com 03 tiras de palhas de mais ou menos 01 metro cada. 2 - Com a agulha, ir costurando as voltas da trança ate atingir o tamanho desejado. 3 - Para acabamento da borda do cachepô, faça o final da trança com fibras bem fininhas, para que estas acabem na mesma altura que a trança anteriormente costurada. 4 - Prenda o final das três pontas sob um ponto do cachepô, utilizando a agulha, grampo confeccionado em arame. Técnica Técnicas diferentes para a confecção de cestos, chapéus e bolsas. Serão confeccionadas mais duas técnicas. 

A PRODUÇÃO DO PAPEL DE BANANEIRA:
A produção do papel de bananeira pode ser obtida por diversos processos. Os mais utilizados são: Mecânico – as fibras são prensadas; Químico – é o que vamos utilizar. 1.Corta as parte da bananeira mais ou menos 03 cm – de preferência as partes mais macias usando sempre um avental ou roupas velhas por conta das nódoa. 2.cozinhar o vegetal picado,com 1/2colher de ( café )de soda cáustica e 01 colher de sopa rasa de barri lha por litros de água por cerca de 03 horas. Este processo serve para eliminar a lignina e outros componentes como carboidratos, açucares, sais inorgânicos e proteínas. 3.Tritura no liquidificador, pois assim é possível hidratar as fibras,fazendo com que as fibrilas(pêlos) se desloque do corpo da fibra, retira o excesso de água lava bem o vegetal em água corrente para a retirada da soda castiça e, teremos então a polpa.coloca para descolorir em 1 copo de água sanitária cada 6 litros de água, quiser mais clara que o natural, ou para colorir. Atenção: colocar luvas de borracha e avental, pois o contato com soda castiça causar irritação na pele. Evite respirar o vapor do cozimento, pois ele é tóxico. Coloca – se água na bacia. A quantidade para cobrir o quadro e a tela. Adiciona – se a polpa o suficiente para a espessura do papel desejado 1 copo de cola e o corante se quiser. Mergulha – se o molde verticalmente ate o fundo do recipiente. Movimento-o no sentido vertical. Ergue – se o molde, ficando as fibras retidas nas suas trama. Vira se a tela sobre o tecido, deixando a escorrer o excesso com o auxilio de uma bucha de espuma pressionado contra o tecido, absorvendo a água, retire do quadro e leve para secar, em local que não tenha ventilação forte. Evite secar o papel de cor ao sol, pois poderá perder a tonalidade, ou seja, descorar. 

OBS:
 para cada 10 litros água, 1 copo de cola o (CNC) pó para cola, 1 colher para cada copo de liquidificador de água fria. Barrila – encontra – em lojas de material para piscina ou casas de produtos para campo Tingimento vegetal.

MATERIAL NECESSÁRIO: 
• Panela; • 02 colheres de chá de pedra hume; • 01 litro de água. • Peneira; • Planta da qual irá se extrair a cor; • Colher de pau; 

MODO DE FAZER: 
Cozinha a planta com a pedra hume até que a água do cozimento esteja bem tingida. Coe a água, coloque um pouco de polpa e, cozinhe por alguns minutos mexendo para incorporar cor. 

VEGETAIS QUE SERVEM PARA TINGIR: 
Casca de cebola, folha de abacate, urucum, casca de cebola de cor vermelha, açafrão, chá mate, café, etc. 

TINGIMENTO INDUSTRIAL MATERIAL NECESSÁRIO:
• POLPA; • Tubetes tinge cor (quantidade de acordo com a tonalidade que desejar); • 03 litros de água; • 06 colheres de chá de pedra hume. 

MODO DE FAZER: 
Deixe a água ferver numa panela comum, coloque a pedra hume e o tubete de tingi cor. Misture bem. Adicione e misture a polpa. Deixe ferver um pouco. Agora, é só colocar num recipiente com água e fazer o papel. 

TINTURA INDUSTRIAL: 
Anilina para artesanato, anilina para tingir roupas, papel de seda estêncil pó xadrez, etc. 

PAPEL FLOCADO: 
Dá–se sete nomes ao papel quando se usa algo para ornamenta - lo. Por exemplo: rasas, casca de alho e cebola, folhas de cenoura, folhas e talos de beterraba, casca de laranja, de maça, flores do campo, cabelos de milho, etc. 

MATERIAL NECESSÁRIO: 
• 02 colheres de chá de pedra hume; • 01 litro de água; • Planta para ornamentar; • Polpa. 

MODO DE FAZER: 
• Deixe a água ferver, coloque a pedra hume e, em seguida acrescente a planta despedaçada. Espere 20 segundos e faça o choque térmico com água corrente. Coloque no liquidificar e de uma leve batida se necessário. • Coloque a água no recipiente e acrescente a polpa e a planta • Misture com a mão, mergulhe as molduras (tela+janela) no recipiente. Erga-as mesmo processo que faz o papel. Quando for acrescentar materiais seco, tais como: linha, sisal, fios de lã, serragem, flores e flores desidratadas-não há necessidade de cozimento com pedra hume. Basta cortar ou bater no liquidificador e misturar com polpa e água e, fazer o mesmo processo ensinado anteriormente. Obs.: A pedra hume é usada para fixar a cor das plantas e não deixar oxidar. 

DICAS DE COMERCIALIZAÇÃO:
Os diversos tipos de palha, fibra, fio ou papel de bananeira poderão ser utilizados na confecção de esteiras, tapetes, jogos americanos, cortinas, balaios, cestas, balsas, chapéus, caixas, cartões, revestimentos de abajur, capas de caderno e, outras infinidades de produtor. O artesanato com palha, fio e papel de bananeira, pode se transformar em importante fonte de renda. Além dos conhecimentos técnicos proporcionados por seta apostila, o artesão deverá estar atento para as regras de comercialização: * considere como, onde e para quem irá vender sua mercadoria, antes mesmo de produzi – lá! * É preciso colocar um prego justo e compatível como o mercado, mas, que também remunere seu trabalho. *o importante e unir técnica com criatividade, estética com qualidade com qualidade. [A palha, o fio e o papel da bananeira, apresentam atributos estéticos em termos de cor, brilho e textura capas de garantir seu sucesso junto ao público consumidor, não só de nossos pais, mas também com matéria prima de produtos para exportação.

TEAR CASEIRO:
Muitas vezes a tapeçaria nos desencoraja a aprender sua técnica de confecção. O resultado é tão bonito e perfeito que parece impossível alcançar. No entanto, é bem mais fácil e simples do que se possa imaginar. e, o que e melhor,alem de funcionar como uma verdadeira terapia, pode se transformar numa atividade muito lucrativa. Existem vários teares apropriados para tapeçaria. O mais simples e o chamado “TEAR DE PREGO”, que pode até ser construído em casa. Pra isso basta fazer uma moldura retangular em madeira. Em lado oposto da moldura, fixam-se prego, onde os fios serão enrolados paralelamente, formados ema espécie de “cama”, urdume. A técnica de tecelagem obedece aos mesmos princípios, com pequenas diferenças. Uma delas é a espessura dos fios, mais finos do que os usados para tapetes. Como montar o tear de prego Material necessário: • 01 moldura de 40 cm x 30 cm; • 01 martelo; • Aproximadamente 100 pregos; • 01 tesoura; • 01 pente com dentes largo; • 01 agulha grande (costurar colchão)

fonte das imagens:

http://www.artesanatopassoapassoja.com.br

http://planetasustentavel.abril.com.br

http://feirahippieipanema.com/

06 setembro 2020

Arte, Artesanato e Sustentabilidade


Artista do bambu, Itiberê de Andrade é também um artesão que acredita na sustentabilidade e na conservação do meio ambiente.

Em seu ateliê ele fabrica instrumentos musicais ecológicos, não convencionais de Bambu e Cabaça.

Um trabalho altamente ecológico e que não degrada o meio ambiente



Aos domingos o artesão pode ser encontrado na Feira Hippie de Ipanema.

Ateliê Santa Teresa: Centro Cultural Casa do Barão.

No vídeo é mostrado como é o seu trabalho artesanal, e o seu compromisso com o meio ambiente e com a  qualidade na fabricação dos instrumentos.

05 setembro 2020

Cinema - Akira Kurosawa


Nasce em 1910 um gênio do cinema mundial, Akira Kurosawa. Dono de uma sensibilidade sem medidas, ilustrador de revistas, foi pintor, publicitário e assistente de direção antes de se tornar cineasta.

Com de 32 filmes em seu currículo, entre eles, Kagemusha, Ran, Dersu Uzala e o precioso Os sete samurais, Kurosawa se torna um dos maiores diretores de todos os tempos.

Com o apoio de Francis Ford Coppola, Scorcese, George Lucas, consegue levar adiante seus projetos e criar novas obras primas.

Tendo forte influência do teatro Nô e Kabuki, nunca prescindiu da sua cultura e mesmo assim transcendeu nacionalidades.

Os filmes de Kurosawa, sempre valorizaram o sentimento do homem e a reflexão era sempre presente; mostrando que as escolhas éticas e morais são imprescindíveis no crescimento de todo ser humano.

fonte das imagens: http://www.russiablog.org
*
Filmografia: 
1993 - Madadayo 
1991 - Rapsódia em agosto (Hachigatsu no rapusodî) 
1990 - Sonhos (Yume) 
1985 - Ran 
1980 - Kagemusha, a sombra do samurai, no Brasil 
1975 - Dersu Uzala 
1970 - Dodesukaden 
1965 - O barba ruiva (Akahige) 
1963 - Céu e inferno (Tengoku to jigoku) 
1962 - Sanjuro (Tsubaki sanjûrô) 
1961 - Yojimbo, o guarda-costas (Yojimbo) 
1960 - Homem mau dorme bem (Warui yatsu hodo yoku nemuru) 
1958 - A fortaleza escondida (Kakushi toride no san akunin) 
1957 - Ralé (Donzoko) 
1957 - Trono manchado de sangue (Kumonosu jô) 
1955 - Anatomia do medo (Ikimono no kirodu) 
1954 - Os sete samurais (Hichinin no samurai) 
1952 - Viver (Ikiru) 
1951 - Hakuchi, o idiota (Hakuchi) 
1950 - Rashomon 
1950 - Shubun (O escândalo) 
1949 - Nora Inu (Cão Danado) 
1949 - Shizukanaru ketto (Duelo silencioso)
1948 - Yoidore tenshi (O Anjo Embriagado) 
1947 - Subarashiki nichiyobi 
1946 - Waga seishun ni kuinashi 
1946 - Asu o tsukuru hitobito 
1945 - Tora no o wo fumu otokotachi 
1945 - Zoku Sugata Sanshiro 
1944 - Ichiban utsukushiku 
1943 - Sugata Sanshiro 
1941 - Uma

04 setembro 2020

Nasce o Comercio em Terras Brasileiras - O Comercio do Pau-Brasil

 A primeira atividade comercial em solo brasileiro foi a extração e comercialização do pau-brasil.

De forma correta ou não, o comércio surgiu em terras brasileiras logo após o seu descobrimento. Além do comercio do pau-brasil, eram comercializados animais da nossa fauna, considerados exóticos pela corte européia.

Sempre o comércio surgindo à frente do nascimento de grandes civilizações.

Nasce o Comercio em Terras Brasileiras

Pau-brasil: Extrativismo foi a primeira atividade econômica da colônia

Durante o retorno da Índia, em 1501, Cabral encontrou-se com uma pequena frota portuguesa, formada por três navios que se destinavam ao Brasil, sob o comando de Gonçalo Coelho. Tratava-se da primeira expedição enviada pelo rei de Portugal para fazer o reconhecimento do território, depois de o descobrimento.

Continue lendo: 

https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/pau-brasil-extrativismo-foi-a-primeira-atividade-economica-da-colonia.htm

02 setembro 2020

Um Novo Modelo de Ata de Fundação

Atendendo há alguns pedidos estou postando um novo modelo de Ata de Fundação. Por padrão os modelos de Ata são praticamente os mesmos somente com algumas modificações. É necessário que o secretário ou secretária da ONG anote tudo que for discutido na assembléia de fundação da ONG. É preciso que na Ata constem os nomes de todo pessoal da diretoria, e no final assinem a Ata, o Diretor Executivo e o Secretário.


Para que você possa dar continuidade a seu projeto é necessário a legalização da uma ONG. Não é possível que um projeto siga adiante sem a devida documentação da ONG.

Para conseguir parceiros para apoiarem seu projeto é necessário que os documentos da ONG estejam a mão, pois para se fechar uma parceria, a primeira coisa que uma empresa pede, é o Estatuto da instituição e sua Ata de Fundação.


A Ata de Fundação da ONG deve ser anexada ao Estatuto, que deverá estar devidamente assinado por um advogado, para que se de entrada no cartório. Essa parte é muito importante nessa fase de criação de uma instituição.

É necessário que a Ata seja registrada junto com o estatuto da ONG, em um cartório de pessoa jurídica. Faz-se necessário também que a comunidade seja convocada, para dar mais legalidade à criação da instituição. Deve ser feito uma lista de presença, com a assinatura de todas as pessoas presentes na assembléia e essa deve ser anexada a Ata de fundação. Feito o registro, é mãos a obra. Procurar parcerias e muito trabalho. Mais adiante falarei de como conseguir parcerias.

O exemplo abaixo foi tirado da ata de fundação do CECI.


ATA DE FUNDAÇÃO

Fundado no dia XX, do mês XXX, do ano XXXX, às XX horas, na Rua ENDEREÇO DA SUA ONG, número XX, bairro XXXXX, no município XXXXXXX, no estado XXXXXXXXXXX, o NOME DA SUA ONG, onde estavam presentes os sócios fundadores: (AQUI VAI SOMENTE O NOME DOS SÓCIOS FUNDADORES QUE COMPORÃO A DIRETORIA DA ONG.). Tendo por finalidade o estudo, pesquisa, assessoria, organização, criar intercâmbios com grupos culturais e entidades nacionais e internacionais, apoio e luta contra qualquer forma de discriminação social, econômica, racial, religiosa e sexual em todo território nacional e atendimento a grupos vulneráveis, especialmente crianças e adolescentes. Além disso, o NOME DE SUA ONG, está apto a dar cursos profissionalizantes de qualificação e requalificação profissional, para melhor atender a comunidade. Podendo também fazer convênio e parcerias com entidades afins. (essa parte tem de ser feita de acordo com os objetivos da instituição. Qual público ela pretende atender, etc.)

Sendo aprovado, por unanimidade as seguintes pessoas para os seguintes cargos:

Diretor Executivo:
Secretário:
Tesoureiro: (É interessante que o tesoureiro seja um contador, o que facilitaria em muito essa parte)
Diretor comunitário:
Diretor Cultural:
Diretor de informática:
Diretor de Eventos:
Diretor de Meio Ambiente:
(Nas opções de diretoria deve ser colocado, a que está mais de acordo com os objetivos da instituição) O número de diretores pode ser maior, mas não aconselho isso. O mínimo é de três.

Assim por igual decisão da dita assembléia, só terá validade depois de levado a registro, juntamente com o estatuo; que também foi aprovado, no dia XX do mês de XXXXXXX, do ano de XXXX, depois de longa discussão anterior. E para conselho fiscal foram eleitos os seguintes membros, também por unanimidade:

1- Conselheiro:
2- conselheiro:
3- conselheiro:
Suplente:

Município e data

(Assinam a Ata o Diretor Executivo e o Secretário.)

Diretor Executivo

Secretário

Passo a passo de como criar uma ONG