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30 abril 2014

Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana

Edital aberto até julho de 2014, para projetos ligados ao Patrimônio de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana.

Não perca tempo, inscreva-se já.


Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), destinado a iniciativas para o Patrimônio de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana

O edital está disponível no site do IPHAN, http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=18421&sigla=Institucional&retorno=detalheInstitucional 
e foi publicado nesta segunda-feira, dia 28 de abril, no Diário Oficial da União (DOU). O prazo de inscrição termina em julho de 2014.

fonte:
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=8BF2FD7F7F97C656597BE5B078754893?retorno=detalheNoticia&sigla=Noticia&id=18423

24 abril 2014

30 de maio, Dia de Inclusão Social

Para os 45 mílhões de pessoas que tem algum tipo de deficiência, os nossos parabéns. O Dia D, dia de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência e dos beneficiários reabilitados, acontece em 30 de maio

45 milhões de pessoas no Brasil tem com algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% do total da população brasileira. De acordo com os dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS 2012, 330 mil estão no mercado formal de trabalho, o que corresponde a 0,70% do total de vínculos empregatícios. 

Para dar visibilidade a esta significativa parcela da população, o Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, por meio de suas Superintendências Regionais – SRTE, está realizando em parceria com os executores locais do Sistema Nacional de Emprego – SINE, uma iniciativa inovadora, no sentido de promover a inserção desse público numa oportunidade de trabalho. Assim, será realizado, no próximo dia 30 de maio, o Dia D. Dia de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência e dos beneficiários reabilitados.

O Dia D portanto constitui em um dia dedicado pelo SINE para o atendimento às pessoas com deficiência e aos beneficiários reabilitados, visando à sua inclusão no mercado de trabalho.

Contatos nos Estados que estão realizando o Dia D: http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/noticias/4305


18 abril 2014

Inauguração do Centro de Eventos da Fundação Léa Pentagna

Dia 01 de fevereiro foi inaugurado aqui em Valença o Centro de Eventos da Fundação Léa Pentagna.

Gilberto Monteiro, Presidente do Conselho Diretor da Fundação Léa Pentagna, no seu discurso, agradeceu a homenagem que seria feita a ele durante o evento e citou vários nomes, entre eles o da Sra. Dilma Dantas presidente da Associação dos Amigos da Casa Léa Pentagna; da Arquiteta  Ana Beatriz, que elaborou o projeto; e dos representantes dos Governos Estadual e Municipal; funcionários da casa; pedreiros; colaboradores; e outros.


A inauguração do Centro de Eventos é um marco na trajetória da Fundação Léa Pentagna, ali serão realizados vários tipos de eventos, que ajudarão muito na captação de recursos para a continuidade dos projetos da instituição.

Para quem perdeu, veja no vídeo alguns dos momentos emocionantes da inauguração.


"A construção do Centro de Eventos Léa Pentagna resultou de um mutirão: Secretaria de Estado de Cultura; pessoas da comunidade, Associação dos Amigos da Casa Lea Pentagna, Associação Balbina Fonseca; Professor Gilberto Monteiro e, ainda, atividades como rifa de uma tela do artista plástico Guto Petrillo e de uma TV; um almoço com comida mineira; um Desfile de Modas e o Livro de Ouro. Agora, o espaço está pronto para a Arte de Valença e do mundo,quem sabe."

15 abril 2014

Edital para Projetos de Conservação de Recursos, Alimentos e Saúde

Fundação americana apoia projetos de conservação de recursos, alimentos e saúde

A Conservation, Food and Health Foundation (Fundação para Conservação, Alimentação e Saúde) está com edital aberto recebendo projetos para a promoção da conservação de recursos naturais, aprimorar a produção e distribuição de comida e melhorar a saúde no mundo em desenvolvimento. Os projetos podem ser de até 25 mil dólares, cerca de 58 mil reais e devem ter duração de até um ano.


Organizações brasileiras podem enviar propostas, e vários projetos no país foram apoiados nos últimos anos, conforme observado pela ABCR na página da Fundação na internet. Porém, só pode ser enviado um projeto por organização, e eles devem ser escritos em inglês.

O prazo para envio é dia 01 de janeiro de 2014. Após essa data, a Fundação realizará nova rodada de recebimento de propostas, com prazo no dia 01 de julho do próximo ano.

Saiba mais sobre essa oportunidade clicando abaixo:


No link Cruso de Elaboração de Projetos Sociais da BUZZERO:

14 abril 2014

Abertas as Inscrições para Prêmio ANA 2014

Prêmio ANA visa a diminuição da poluição e o desperdício de água, erstimulando assim a sua boa qualidade, para que as atuais e futuras gerações tenham uma melhor qualidade de vida.


Agência Nacional de Águas abre inscrições para Prêmio ANA 2014

Até 30 de maio estarão abertas as inscrições para o Prêmio ANA 2014. Em sua 5ª edição, a premiação bienal busca reconhecer boas práticas relacionadas a água em sete categorias: Empresas; Ensino; Governo; Imprensa; Organismos de Bacia; Organizações Não Governamentais (ONG); e Pesquisa e Inovação Tecnológica. Os trabalhos devem contribuir para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos do País. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do hotsite do Prêmio ANA: www.ana.gov.br/premio.

O Prêmio ANA 2014 terá uma Comissão Julgadora composta por membros externos à ANA e com notório saber na área de recursos hídricos ou meio ambiente. Um representante da Agência presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade; impactos social e ambiental; potencial de difusão; adesão social; originalidade; e sustentabilidade financeira (se aplicável).

A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das sete categorias. Os vencedores serão conhecidos em solenidade de premiação marcada para 3 de dezembro de 2014 em local a ser definido. Os sete vencedores receberão um Troféu Prêmio ANA.


Inscrições

Nesta edição do Prêmio ANA, as inscrições devem ser realizadas pelo hotsite. Caso os participantes queiram enviar materiais físicos complementares, o envio deverá ser realizado por remessa postal registrada aos cuidados da Comissão Organizadora do Prêmio ANA 2014 no seguinte endereço: SPO, Área 5, Quadra 3, Bloco “M”, Sala 118, Brasília (DF), CEP: 70610-200.

A data de postagem será considerada como a de entrega e o localizador da remessa deverá ser informado no ato da inscrição, que só será confirmada pela Comissão Organizadora após o recebimento dos materiais complementares.

Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação.

Cronograma

» Inscrições: de 20 de dezembro de 2013 a 30 de maio de 2014;
» Prazos de julgamento: de 4 de agosto a 12 de setembro (1ª fase) e de 6 a 10 de outubro de 2014 (2ª fase);
» Comunicação aos finalistas: de 27 a 31 de outubro de 2014;
» Cerimônia de premiação: 3 de dezembro de 2014.

Histórico

A primeira edição do Prêmio ANA aconteceu em 2006. Na ocasião, 284 trabalhos se inscreveram. Nas edições seguintes (2008, 2010 e 2012), participaram respectivamente 272, 286 e 362 trabalhos. Saiba mais sobre os vencedores e os finalistas da premiação em: http://premio.ana.gov.br/Paginas/projetos.aspx.

Informações

Para mais informações sobre o Prêmio ANA 2014, acesse o hotsite premio.ana.gov.br, envie e-mail para premioana@ana.gov.br ou ligue para (61) 2109-5412.

10 abril 2014

Entrevista com o Autor do Livro "Universo Interior", Victor S. Gomez

Entrevista completa sobre o meu livro "Universo Interior", feita pelo Jornalista Claudio Alcântara, no Jornal Olho Vivo.

Como foi o processo de criação do livro "Universo interior"? Quanto tempo levou? Foi mais um exercício emocional ou de disciplina e técnica? 

Foi meio uma surpresa para mim escrever esse livro, sempre quis escrever, mas nunca tive coragem de começar, alguma coisa impedia, talvez a insegurança de começar e não saber como terminar. Isso ocorre até hoje comigo, como coloco aí em cima nesse pequeno texto, é como me sinto, meio perdido em um emaranhado de sonhos. Já escrevi textos, logo ao acordar e lembrar de um sonho. O livro "Universo interior" foi escrito em mais ou menos 30 dias. Fiquei um mês inteiro dentro de casa, escrevendo. Ele foi todo escrito a mão, ainda guardo os cadernos, uma confusão imensa de palavras, só eu entendo. Técnica, acredito que não, não tenho uma fórmula, é bastante emocional mesmo, eu mesmo me emociono ainda com alguns contos e até caem algumas lágrimas quando releio alguns contos. 


Ao escrever o livro, qual a sua intenção, o seu objetivo? O que você quer passar para os leitores? 

Procuro escrever o que sinto e o que vejo internamente, é todo um aprendizado, tudo que li vi e vivi. Tudo parte do incentivo que tive do meu pai e minha mãe para a leitura. Das rádio novelas que ouvi todas as manhãs com meu pai, dos livros e revistas que ele me dava. Dos gibis e jornais que lia desde os 11 anos, todos comprados com o dinheiro que minha mãe me dava para pegar ônibus, e eu pegava carona de trem para comprá-los. Eu estudava em Realengo, no Rio, e morava em Madureira, passava por um buraco no muro e não pagava o trem, coisas de criança.

Meus textos não são pré-definidos, não falo de uma árvore, porque quero falar sobre meio ambiente. Mas também não é nada do além. Simplesmente escrevo da memória, das coisas que me lembro, das coisas que vivi com meu irmão, meus filhos, da minha infância, dos lugares por onde passei. Minha intenção maior, eu acho, é passar algo bom, que estimule, que ajude, que incentive a leitura. Que todos que leiam o que escrevo sintam que também é possível para eles escrever. E que devemos sempre tentar tirar algo positivo de qualquer experiência, mesmo das mais difíceis. 

O que foi mais difícil para você ao escrever o livro? Ou todo o processo foi extremamente prazeroso? 

Sinceramente, não tive nenhuma dificuldade em escrever esse livro, pelo contrário, foi bem fácil. Tudo saiu espontaneamente, como se ele já estivesse pronto há muito tempo, e esperasse apenas um gatilho que fosse acionado e liberasse um mar de palavras nas folhas do caderno. Tive muito prazer na hora de escrever, toda vez que terminava um conto, era como um degrau que eu subia. Sorria, chorava em determinados contos, foi muito bom.

É um livro de contos, certo? O que o leitor vai encontrar na sua obra? 

É um livro de contos, realismo fantástico, hiper-realismo, ficção misturado com fantasia, mas dentro de um contexto social, de cidadania e reflexivo.

O livro "Universo interior" é formado por contos, onde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo. 

Que análise você faz do mercado literário aqui na região, já que você é de Valença? As pessoas estão mais abertas ao trabalho dos autores locais? Ou ainda existe aquele certo preconceito de que não temos bons escritores? 

Bom, só temos uma livraria, mas é a melhor, está em nível de Rio de Janeiro. Falo isso porque conheço várias livrarias do Rio e a daqui chega bem perto das melhores do Rio. Mas muitas coisas têm de ser feitas ainda, a nível de incentivo à leitura, tanto nas escolas, como em casa. Os pais precisam arranjar um tempinho para contar histórias para seus filhos, no futuro eles agradecerão muito, com certeza. Contar histórias preserva nossa cultura, conscientiza e estimula o crescimento pessoal de quem ouve.

Falar sobre preconceito é difícil. Fica muito mais fácil para as pessoas comprarem um livro, ou CD, ou seja lá o que for, que tenha sido divulgado pela maior emissora de TV do país, ou divulgado pelo artista tal dessa emissora, do que comprar o livro de um escritor de uma pequena cidade do interior. Não sei se isso é preconceito. Talvez o outro venha com mais informação, sei lá, pode impressionar mais quando já vem com "grife". 


O que inspira você na hora de escrever? Ou você não depende de inspiração para produzir bons textos? 

Trabalho bastante com imagens, com recordações de minha infância e dos meus filhos. Dependo das imagens para escrever, então elas precisam aparecer, mas quando chegam, só param quando o conto acaba. Escrevo no silêncio, mas também escrevo com música. Encontro imagens escondidas nas notas de uma música. As clássicas e new age são as melhores, me emocionam. Foram escritas por pessoas sensíveis, por isso contêm muita informação boa. 

Publicar um livro se tornou, digamos, não fácil, mas possível para a maioria dos autores independentes. Basta ter o dinheiro para isso. Algumas vezes não há uma preocupação com a qualidade. Que análise você faz desse quadro? 

Não sou de julgar, mas quando se tem dinheiro fica um pouco mais fácil para publicar, quanto à qualidade é o público que tem que decidir. Hoje tem muita editora online, você pode publicar E-book. Eu ainda acredito no livro em papel, a textura e o cheiro me atraem. No meu caso em particular, não gastei nenhum centavo nesse livro. No ano 2000 ele foi aprovado pela Editora Melhoramentos, mas não foi publicado por problemas financeiros da editora na época. Passei um longo tempo com ele parado, ano passado enviei para a Editora Patuá, do Eduardo Lacerda, eles gostaram muito, aprovaram o livro e bancaram tudo: capa, registro, revisão e impressão. A venda dos livros até agora já cobriu esses gastos. A divulgação daqui foi feita por amigos do "Jornal Local", da revista "Lider Plan" e do jornal "Diário do Vale", tudo no 0800. 

Do ponto de vista mercadológico, o trabalho do escritor é valorizado como arte? Como colocar preço em livro? Você é a favor de disponibilizar os livros gratuitamente na internet? 

Depende do escritor e do tipo de literatura. No geral fica complicado, é como jogador de futebol, tem os que ganham fortunas e os assalariados, que são a grande maioria. Para estar entre os bons tem de ser ótimo. O preço do livro é de acordo com o gasto da editora e a quantidade de páginas, eu acho. Custo de impressão, essas coisas eu não sei.

Disponibilizar os livros na internet é uma ideia, mas é de cada um, depende de como o autor vê a sua criação. Bom, o escritor não é como um músico, que coloca sua obra pra download de graça, mas faz shows onde ganha algum dinheiro. O escritor não consegue viver de palestras. 

Quais os autores que contribuíram para a sua formação como escritor? 

Li muito, desde cedo, todos os tipos de livros que se possa imaginar, jornais, gibis, e autores como: Edgar Allan Poe, Franz Kafka, Jean Paul Sartre, Gabriel Garcia Marques, Grahan Grenn, Eduardo Galeano e os brasileiros Rubem Braga, Fernando Sabino, Josué Montello e o mago do realismo fantástico, José J. Veiga

Em que gênero você se sente mais à vontade ao escrever, nos contos? Já testou outros? 

Os contos são onde me sinto melhor. Já tentei estender um conto, tentando fazer dele um romance, mas não fui adiante. 

Quais os momentos mais marcantes na sua trajetória? 

Com certeza a publicação e o lançamento do meu livro. Marca um ciclo, é uma realização pessoal muito grande, é o sonho maior de todo escritor. 

07 abril 2014

Entrevista no Jornal Olho Vivo com Victor S. Gomez

O Escritor Victor S. Gomez foi entrevistado pelo Jornalista Claudio Alcantara, para o Jornal Olho Vivo.

Victor S. Gomez já trabalha em novo livro de contos, que já tem nome, "A Semente". 

O livro "Universo interior", lançado pelo escritor recentemente em Valença, remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios. 


Aqui um pequeno trecho da entrevista:

É um livro de contos, certo? O que o leitor vai encontrar na sua obra? 

É um livro de contos, realismo fantástico, hiper-realismo, ficção misturado com realidade, mas dentro de um contexto social, de cidadania e reflexivo.

O livro "Universo interior" é formado por contos, onde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo. 

Como foi o processo de criação do livro "Universo interior"? Quanto tempo levou? Foi mais um exercício emocional ou de disciplina e técnica? 

Foi meio uma surpresa para mim escrever esse livro, sempre quis escrever, mas nunca tive coragem de começar, alguma coisa impedia, talvez a insegurança de começar e não saber como terminar. Isso ocorre até hoje comigo, como coloco aí em cima nesse pequeno texto, é como me sinto, meio perdido em um emaranhado de sonhos. Já escrevi textos, logo ao acordar e lembrar de um sonho. O livro "Universo interior" foi escrito em mais ou menos 30 dias. Fiquei um mês inteiro dentro de casa, escrevendo. Ele foi todo escrito a mão, ainda guardo os cadernos, uma confusão imensa de palavras, só eu entendo. Técnica, acredito que não, não tenho uma fórmula, é bastante emocional mesmo, eu mesmo me emociono ainda com alguns contos e até caem algumas lágrimas quando releio alguns contos. 

Ao escrever o livro, qual a sua intenção, o seu objetivo? O que você quer passar para os leitores? 

Procuro escrever o que sinto e o que vejo internamente, é todo um aprendizado, tudo que li, vi e vivi. Tudo parte do incentivo que tive do meu pai e minha mãe para a leitura. Das rádio novelas que ouvi todas as manhãs com meu pai, dos livros e revistas que ele me dava. Dos gibis e jornais que lia desde os 11 anos, todos comprados com o dinheiro que minha mãe me dava para pegar ônibus, e eu pegava carona de trem para comprá-los. Eu estudava em Realengo, no Rio, e morava em Madureira, passava por um buraco no muro e não pagava o trem, coisas de criança.

Meus textos não são pré-definidos, não falo de uma árvore, porque quero falar sobre meio ambiente. Mas também não é nada do além. Simplesmente escrevo da memória, das coisas que me lembro, das coisas que vivi com meu irmão, meus filhos, da minha infância, dos lugares por onde passei. Minha intenção maior, eu acho, é passar algo bom, que estimule, que ajude, que incentive a leitura. Que todos que leiam o que escrevo sintam que também é possível para eles escrever. E que devemos sempre tentar tirar algo positivo de qualquer experiência, mesmo das mais difíceis. 

Leia a versão completa da entrevista no site: Olho Vivo
Diretora de Eventos da Fundação Léa Pentagna.

04 abril 2014

Livro "Universo Interior" no Programa Rede Ação ao vivo

Comentário feito no Facebook sobre meu livro "Universo Interior", pelo amigo apresentador Carlos Acei e pela amiga apresentadora Valeria Blezer.

Programa Rede Ação ao vivo apresentará meu livro pela Rede Petrópolis de Televisão
Canal 10 - via Tech Cable
Emissora localizada em Petrópolis, Região Serrana do RJ, dedicada a informar e entreter seus telespectadores.

"Tio Carlos Acei: Muito feliz hoje ao receber o exemplar do livro, UNIVERSO INTERIOR, do escritor Victor S. Gomez de Valença- RJ

Na quinta feira dia 10 de abril as 9:h da manha estarei comentando sobre o seu livro em nosso programa Rede Ação ao vivo e você pode assistir ai em sua cidade!!! 

"UM UNIVERSO INTERIOR QUE PERTENCE A TODOS, MAS QUE SÓ NÓS MESMOS É QUE PODEMOS ADMINISTRA-LO" !!!!!"


"Valeria Blezer: Através do nosso apresentador Tio Carlos Acei, nosso programa Rede Ação vai ter acesso a este lindo livro de contos!!! 

Dia 10/04 estaremos comentando sobre ele!!! parabéns Victor S. Gomez!"

02 abril 2014

Sobral Pinto, um dos Alicerces da nossa Democracia

Sobral Pinto, um dos alicerces da nossa democracia, não pode ser esquecido jamais. Advogado, lutador incansável, defendeu os presos políticos até o fim. Cidadania para ele não tinha limites. Muitas pessoas devem sua vida a esse homem, que jamais desistiu de acreditar na vitóra do bem sobre o mal.

"Eu confio na justiça, eu confio na vitória final do bem" Sobral Pinto


Heráclito Fontoura Sobral Pinto (Barbacena, 5 de novembro de 1893 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1991) foi um jurista brasileiro. Foi ferrenho defensor dos direitos humanos, especialmente durante a ditadura do Estado Novo e a ditadura militar instaurada em 1964. Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Embora tenha iniciado sua carreira como advogado na área de Direito Privado, acabou por se notabilizar como brilhante criminalista defensor de perseguidos políticos. Apesar de católico fervoroso (ia à missa todas as manhãs), aceitou defender o comunista Luís Carlos Prestes que fora preso após o levante comunista de 1935.

Vídeo publicado em 18/10/2013
Trecho do filme "Sobral - O Homem que Não Tinha Preço"
Sobral Pinto fala brevemente sobre o papel da imprensa, justiça e esperança.
A entrevista é dos anos 80, mas poderia ter sido hoje.

Passo a passo de como criar uma ONG