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14 fevereiro 2014

Às Vezes me Sinto como Pollock

As vezes me sinto como Pollock, parado durante dias diante de uma tela em branco, para depois despejar palavras, vindas não sei de onde, e se encontrando no papel, ou na tela do computador. Todas saindo de um espaço que desconheço, dimensões estranhas, de um mundo que formei em minha mente. E ao final o que tenho? Vida, minha vida em um emaranhado de outras vidas, todas juntas, com o objetivo de fazer com que todos sintam e vejam o mundo com os olhos do escritor e que se envolvam e criem, acrescentando seus mundos nessa teia gigante. O meu desejo maior é poder ver o que as pessoas veem quando leem meus contos. Eu vivo na continuidade da leitura do leitor.


Jackson Pollock nasceu em Cody, no estado de Wyoming. Começou seus estudos em Los Angeles e depois mudou-se para New York. Homem de personalidade volátil e tendo vários problemas com o alcoolismo, em 1945 ele casou-se com a pintora Lee Krasner, que se tornaria uma importante influência em sua carreira e em seu legado.

A arte de Pollock combina a simplicidade com a pintura pura e suas obras de maiores dimensões possuem características monumentais. Com Pollock, há o auge da pintura de ação (action painting). A tensão ético-religiosa por ele vivida o impele aos pintores da Revolução mexicana. Sua esfera da arte é o inconsciente: seus signos são um prolongamento do seu interior. Apesar de ter seu trabalho reconhecido e com exposições por vários países do mundo, Pollock nunca saiu dos Estados Unidos. Morreu em um acidente de carro em 11 de agosto de 1956.

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