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30 junho 2012

Projetos para Fortalecer Ações de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos

Projetos para Fortalecer Ações de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos relacionados à Epidemia de DST/HIV/Aids e Hepatites Virais.


O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde, e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime - UNODC, no âmbito do acordo de cooperação técnica BRA/K57, tornam pública esta Chamada de Projetos, estabelecendo concorrência para a seleção de projetos com ações de atendimento e capacitação em direitos humanos, em âmbito nacional.

A presente chamada tem por objetivo fortalecer ações de promoção e defesa dos direitos humanos relacionadas à epidemia de DST/HIV/aids e hepatites virais (HV), tendo como público-alvo as pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA), os portadores de hepatites virais e/ou populações em situação de maior vulnerabilidade ao HIV/aids/HV, por meio de financiamento de projetos de intervenção política, com ações de atendimento e capacitação em direitos humanos.

Entrega do projeto até o dia 23 de julho as 18:00 h.

O edital você encontra aqui:

28 junho 2012

Valença na Rio+20

Equipe da Subsecretaria de Meio Ambiente de Valença participou da Rio+20.

José Ailton (Subsecretário de Meio Ambiente), Jorge Cabral, Luiz Cláudio Martins, Gilsier Gabriel e o Gerente de Gestão Ambiental Carlos Henrique de Souza participaram no dia 21 de junho último da Cúpula dos Povos.

No Pavilhão do Governo do Estado do Rio, foi discutido a "Governança das Águas" e foram apresentados os Comitês de Bacias Hidrográficas de todo estado.

Esperamos que essas discusões tragam resultados positivos para nossa cidade e para a melhoria da qualidade de vida. Um meio ambiente saudável trás benefícios para todos.



27 junho 2012

Projeto de Biblioteca Comunitária

Caro Vitor Gomez, boa tarde.

Primeiramente quero parabenizá-lo pelo excelente trabalho realizado ao longo de sua carreira. Posso dizer com toda a propriedade, como um simples jovem de classe media baixa, que o povo de baixa renda é esquecido pelo governo e tratado apenas como numero neste imenso universo. 

Sou estudante de biblioteconomia e quando me concluir os estudos vou fundar uma ONG especializada em implantação de biblioteca nas comunidades carentes, abrigos, etc. Meu objetivo é levar cultura para população de baixa renda. Recomendado por minha professora de ação cultural a procurar a lei de incentivo a cultura apoio do PRONAC, para alicerçar essas ideias, com a finalidade de estruturar e apresentar um projeto ao Ministério da Cultura, alcançando como resultado final o subsidio para iniciar o trabalho.

Enfim, é tudo muito lindo no papel, mas na pratica é tudo muito novo pra mim. Não faço ideia de como posso fazer um projeto social para realizar a implantação de uma biblioteca comunitária. Como posso posteriormente formalizar e concretizar ideia de fundar minha ONG

Agradeço pela atenção dispensada e aguardo por um breve retorno.

Deus te abençoe e essa ajuda ao próximo que você faz, Ele te dê em dobro!

Um Abraço,

Carlos Gonçalves


Olá amigo Carlos

É realmente difícil começar, mas não impossível.

Temos que estar preparados para tudo, desde a aceitação da comunidade, como também a rejeição por uma pequena parte dela.

Alguns interesses surgem durante o caminho, por isso aconselho você a se cercar de pessoas amigas que afinem com seu projeto.

Buscar apoio em alguma instituição religiosa e, ou, associação de moradores pode ser uma solução.

A busca pela capacitação também é aconselhável, não deixe de se capacitar, faça cursos sobre elaboração de projetos e capacitação de recursos.

Outra coisa importante, somente uma ideia não resolve, ela tem que estar no papel e começada. É complicado isso, mas somente você poderá resolver esse problema. Tenha em mente que outras pessoas só o seguirão se você estiver comprometido com o que faz e que acredite firmemente no que está fazendo.

Sobre projeto tenho um pronto, que é o que usei na ONG CECI - Centro cultural Criança Cidadã, que fundei em Seropédica em 2002. Você poderá usá-lo fazendo as devidas modificações e ajustes.

25 junho 2012

Gostaria de Trabalhar em algum Projeto como Voluntária

Olá,

O desejo de ser voluntária me fascina já há algum tempo, quero ter a oportunidade de participar de um projeto em que possa passar um pouco do que sei e em que possa aprender também, só não sei como começar.

Pude conhecer este site por meio de um postal desses que encontramos em lojas, no caso, encontrei em uma loja de artesanatos em Conservatória. Será que podem me ajudar? Gostaria de ter uma direção do que fazer participar de um projeto assim.

Atenciosamente,
Marcela.


Olá amiga Marcela

Que bom que você entrou em contato comigo através do postal que fiz com a empresa Girando. Isso mostra que o postal funciona. rs.

Tenho o maior prazer em tentar resolver suas dúvidas sobre voluntariado.

Na internet você pode encontrar alguns sites sobre voluntariado, tem uns que você pode até se inscrever para trabalhar em alguma instituição cadastrada no site.

O Portal do Voluntário é um que me parece bem interessante. 


Dá uma olhada lá e vê se você encontra alguma ONG em que você possa se encaixar. Você também pode se cadastrar no site e esperar que te encontrem.

Caso queira conversar comigo sobre voluntariado entre no meu Facebook:


Abraços

22 junho 2012

Conselho Municipal de Cultura será Criado

Em reunião na quarta-feira, dia 20 na Casa Léa Pentagna, onde compareceram membros da sociedade civil organizada e representantes do poder público, foi dado o pontapé inicial para a criação do Conselho Municipal de Cultura em Valença. Nessa reunião foram escolhidos três membros para comporem uma comissão provisória que dará andamento as questões inerentes a criação do Conselho Municipal de Cultura.



A noite na Câmara dos vereadores foi feita uma indicação pelo Vereador Felipe Farias, para que seja criado o Conselho Municipal de Cultura. Veja o vídeo.
 

A criação do Conselho Municipal de Cultura facilitará e muito a vinda de verba direcionada para a cultura de nossa cidade. Muitas obras que precisam ser terminadas, como a do Teatro Rosinha de Valença e outras, poderão ser concluídas mais rapidamente, além de ser possível a criação de eventos e ajuda às instituições que levam o nome de nossa cidade pelo Brasil a fora.

Cultura não deve ser moeda de voto, cultura é obrigação de todos. Obrigado ao Vereador Felipe Farias por mais essa ajuda e sempre a frente na luta por uma Valença melhor.

21 junho 2012

Folia de Reis dos Irmãos Ferreira Participou da Rio+20

No ultimo domingo dia 17, a Folia de Reis dos irmãos Ferreira participou da Rio+20 representando a cidade de Valença.

Em entrevista ao site do Ministério da Cultura o Presidente da AGFORV - Associação de Grupos de Folias de Reis de Valença, Chico da Folia disse:

“Para nós é de suma importância essa parceria com o Ministério, uma vez que estamos sempre procurando associar todos os movimentos culturais, ambientais a fim de passarmos para as crianças que estão entrando hoje no grupo que a folia de reis não é só aprender a cantar, tocar um instrumento, mas ter consciência de tudo que acontece ao redor do nosso planeta”.

 

A ida da AGFORV ao Galpão da Cidadania na Rio-20 comprova a competência, credibilidade e a transparência com que é desenvolvido o trabalho dessa instituição, esperamos que em nossa cidade, nossos foliões voluntários tenham maior ajuda e reconhecimento do governo municipal e da população em sua empreitada que tanto dignifica e eleva o nome de nossa cidade.

Cidadania se conquista todos os dias, com persistência, trabalho e honestidade.

 

19 junho 2012

Programação de Filmes da Semana na Rio+20

Ainda dá tempo! 

Quem quiser ainda pode assistir muitas coisas boas que estão acontecendo no Galpão da Cidadania na Rio+20.

Filmes em exibição no Galpão da Cidadania.
 
Rua Barão de Tefé 75, Gamboa, Rio de Janeiro - RJ
(21) 3005-4104

19/06 | TERÇA
15h00 Programa 186 – Serras da desordem

        Serras da desordem, de Andrea Tonacci. Bahia/Distrito Federal/Maranhão, 2006, cor/pb, 136′. Carapirú é um índio nômade que, após escapar do massacre de seu grupo familiar em 1978, perambula sozinho pelas serras do Brasil Central até ser capturado, dez a nos depois, a 2 mil quilômetros de distância do seu ponto de fuga/partida. Levado para Brasília pelo sertanista Sydney Possuelo, torna-se manchete nacional e centro de polêmica criada por antropólogos e linguistas quanto à sua origem e identidade. Classificação indicativa: 10 anos

17h00 Programa 120 – Iracema, uma transa amazônica

        Iracema, uma transa amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. São Paulo, 1975, cor, 95’. Em contraste com a propaganda oficial da ditadura, uma câmera sensível flagra os problemas que a rodovia Transamazônica traria para a região: desmatamento, queimadas, trabalho escravo, prostituição infantil. Alternando documentário e ficção, o filme narra a história da jovem Iracema e do motorista Tião Brasil Grande, emblemática da realidade brasileira. Classificação Indicativa: 16 anos

20/06 | QUARTA
 
15h00 Programa – Mais que a terra e Estado de seca

        Estado de seca, de Adriana Cursino. Rio de Janeiro, 2007, cor, 19’. João ocupou uma escola pública abandonada numa região conhecida como Vale da Seca, entre os vales do Jequitinhonha e São Francisco, Minas Gerais, Brasil. Lá vive com sua mulher e quatro filhos. A câmera acompanha, durante cinco dias, sem interferir diretamente, o movimento da família de João: o recadastramento no programa social do Governo Federal (Bolsa Família), as crianças na escola, o plantio dos alimentos, a coleta de água no rio e o cuidado com os animais. João revela a peculiaridade de sua visão de mundo. Classificação Indicativa: Livre

        Mais que a Terra, de Elizeu Ewald. Rio de Janeiro, 1990, cor, 72’. Cícero, motorista de ônibus em São Paulo, sonha em voltar a viver da terra. A ocasião se apresenta com a visita de seu primo, Eurico. Com a promessa de ganhar “uma terrinha”, ele parte para a Amazônia, com esposa e filhos menores. Mas a decepção é o que lhe aguarda quando descobre que fora vendido para um grileiro. Consegue escapar do cativeiro e é acolhido por um grupo de posseiros, que planejam retomar suas terras. Com eles, Cícero vai descobrir o preço – e a dor – de viver da terra numa região sem lei. Classificação Indicativa: 14 anos

17h00 Programa 72 – Uma questão de terra e A pedra da riqueza

        A Pedra da riqueza, de Vladimir Carvalho. Paraíba, 1976, PB, 16’. A partir de depoimentos dos próprios garimpeiros, o documentário procura compreender o processo primitivo do trabalho de garimpo da xelita, nas minas da região do vale do Sabugi, Paraíba, consideradas das mais importantes do mundo. Enfoca as rudimentares condições de vida desses trabalhadores, num sistema de trabalho quase primitivo, sem carteira de trabalho, assistência médica ou social e que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima que extraem: o tungstênio, utilizado nos mais sofisticados e complexos instrumentos da tecnologia nuclear. Classificação Indicativa: Livre

    19h30 “Xapiri”!, de Davi Kopenawa, Leandro Lima e Gisela Motta, Laymert Garcia dos Santos e Stella Senra, Bruce Albert. Produção: Cinemateca Brasileira, Instituto Socioambiental.  Xapiri é um filme experimental sobre o xamanismo yanomami, realizado por ocasião de dois encontros de xamãs na aldeia de Watoriki, Amazonas, em março de 2011 e abril de 2012. O filme foi concebido de modo a levar em conta duas noções diferentes de imagem: a dos yanomami e a nossa. Não se trata, pois, de explicar o xamanismo, seus métodos ou procedimentos, mas de tornar visível e sensível, para públicos de culturas diferentes, o modo segundo o qual os xamãs “incorporam” os espíritos, como seus corpos e suas vozes se transformam tanto no contato com os espíritos quanto ao “passar” de um a outro espírito.O filme Xapiri é um desdobramento do experimento Dispositivos de Visão, parte integrante do projeto Laboratório de Cultura e Tecnologia em Rede, uma iniciativa da Sociedade de Amigos da Cinemateca Brasileira com realização do Instituto Século 21, em parceria com O Instituto Socioambiental-ISA e a Hutukara Associação Yanomami.

21/06 | QUINTA

15h00 Programa 152 – Rio de Janeiro – a cidade e o morro

        Couro de gato, de Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro, 1960, pb, 15′. Às vésperas do carnaval, garotos de uma favela roubam gatos para fabricantes de tamborins. Exercício de realismo lírico, síntese de ficção e documentário, o filme narra o amor de um menino por um angorá e seu dilema ao ter de vender o bichano. Episódio do longa-metragem Cinco vezes favela, do Centro Popular de Cultura/UNE (1963). Classificação indicativa: 12 anos

        Rocinha-Brasil, de Sérgio Péo. Rio de Janeiro, 1977, cor, 19′. Um longo travelling pela favela carioca num momento em que o fantasma da remoção para áreas distantes ainda era a maior preocupação dos moradores. Classificação indicativa: Livre

        Sete minutos, de Cavi Borges, Júlio Pecly e Paulo Silva. Rio de Janeiro, 2007, cor, 7′. Em plano-sequência, o filme mostra o acerto de contas entre dois traficantes. Classificação indicativa: 16 anos

        Tópicos Urbanos, de Ivana Mendes, Rio de Janeiro, 2005, cor/pb, 52′. Um retrato da urbanização da cidade do Rio de Janeiro, desde a fundação até os dias atuais, enriquecido com depoimentos de historiadores, urbanistas e pesquisadores. Classificação indicativa: Livre

17h00 Programa 171 – O Grilo feliz

        O Grilo feliz, de Walbercy Ribas. São Paulo, 2001, cor, 81′. Em um pequeno povoado de insetos na floresta, o Grilo Feliz compõe suas músicas e dá lições de cidadania à sua turma, com sua violinha, feita de casca de amendoim. Mas a paz será quebrada com a chegada do ambicioso lagarto Maledeto e seu Bando do Brejo, formado por sapos guardiões, e Faz Tudo, um louva-a-deus bajulador e atrapalhado. Maledeto não respeita a natureza e odeia música. Ele acaba com a tranquilidade do local e estabelece um reinado de medo, que os habitantes da comunidade terão de combater com muita astúcia. Classificação indicativa: Livre

22/06 | SEXTA
 
15h00 Programa 104 – À margem do concreto e Casa de cachorro

        À margem do concreto, de Evaldo Mocarzel. São Paulo, 2006, cor, 88’. O filme acompanha a rotina da vida em ocupações urbanas, o revezamento na limpeza dos prédios, as dificuldades de administração, o pagamento coletivo das contas de água e luz no fim do mês, a relação de vizinhança em um lugar com pouquíssima privacidade. E também a insegurança e a angústia de quem tem a consciência de estar na ilegalidade e sem moradia. Classificação Indicativa: Livre

        Casa de cachorro, de Thiago Villas Boas. São Paulo, 2001, cor, 26’. Era uma vez o melhor lugar do mundo para se morar… Sob o viaduto ao lado do Ceagesp, em São Paulo, algumas famílias encontraram uma forma digna de sobreviver construindo casas de cachorro com a madeira dos caixotes abandonada pelos comerciantes do entreposto. Habituados ao local – poluído, cheio de trânsito e perigoso – os moradores vão ter de enfrentar a Prefeitura de São Paulo, que quer desalojá-los. Classificação Indicativa: 10 anos

17h00 Programa 251 – Discurso e intervenção

        Amerika, de Octávio Bezerra. Rio de Janeiro, 1979, cor, 8′. Uma composição de fotografias, resultado de dois anos de viagens pelo continente latino-americano. Classificação indicativa: 10 anos

        Naturezas mortas, de Penna Filho. Santa Catarina, 1995, cor, 16′. A degradação física do homem e da natureza na região carbonífera de Santa Catarina. Classificação indicativa: 10 anos

        Quem matou Elias Zi?, de Murilo Santos. Maranhão, 1986, cor, 15′. Utilizando técnicas de animação, poesia de cordel e cenas documentais, o filme reconstitui o assassinato do líder sindical Elias Zi, em 1982, registrando as inúmeras situações de violência praticada por latifundiários e grileiros contra os trabalhadores rurais do Maranhão. Classificação indicativa: 12 anos

        Rapsódia do absurdo, de Claudia Nunes. Goiás, 2006, cor/pb, 16′. Documentário experimental com cenas de arquivo da cobertura jornalística de dois marcantes episódios de luta pela terra no campo e na cidade ocorridos em Goiás: Fazenda Santa Luzia (Aruanã) e Parque Oeste Industrial (Goiânia), cuja dimensão os transforma em exemplos universais do conflito existente entre a propriedade privada e os pobres de todo o mundo. Classificação indicativa: 10 anos

        Restos, de Cristina Maure e Pablo Lobato. Mina Gerais, 2003, cor, 11′. Cinco câmeras, cinco cidades, uma noite e seus restos. Classificação indicativa: Livre

        Césio 137 – o brilho da morte, de Luiz Eduardo Jorge. Goiás, 2003, cor/pb, 25′. Quinze anos de dor, medo, dúvida, segregação e morte de vítimas de um dos maiores acidentes radiológicos do mundo. Não tem classificação indicativa

        Nada a declarar, de Gustavo Acioli. Rio de Janeiro, cor, 9′. Retrato da elite brasileira, a partir de um artista em estado crítico. Classificação indicativa: 12 anos

* filmes licenciados pelas produtoras

15 junho 2012

Folia de Reis Cidadã e Responsável!

No Próximo domingo , dia 17, a Folia de Reis de Valença - RJ estará representando nossa cidade na Rio+20. E eu estarei lá, filmando e fotografando.

Cidadania se faz com bons projetos e a AGFORV - Associação de Grupos de Folias de Reis de Valença, mostra que tem um bom projeto.

Representar Valença nesse evento é um orgulho para todos os valencianos. Todos na torcida pela Folia de Reis Cidadã e Responsável!



14 junho 2012

Trabalhando com Responsabilidade Social

Daniele Alves Marinho, amiga que trabalha como voluntária na ONG Risonhos, me fez uma pergunta muito interessante.


Daniele Alves Marinho
Caro amigo, sei da sua grande ocupação, mas gostaria de, por gentileza, me ajudar com a sua riquíssima opinião em relação a uma pergunta: 

Você que trabalha com responsabilidade social, se fosse recrutar alguém para trabalhar ao seu lado, lhe substituindo até em várias situações, que características, competências você exigiria dessa pessoa? 

Ficaria muito feliz em ter essa resposta até amanhã, quarta-feira, acredite, muito você estaria ajudando a sua amiga alencarina.


Victor S. Gomez

Oi amiga 
Acho que o perfil da pessoa seria o mais próximo de mim possível.

Eu escolheria uma pessoa honesta, voluntariosa e com sentido de liderança natural. 

Eu não tenho essa liderança, mas me uno a pessoas que tem, então fica mais fácil meu trabalho. E o líder tem de ser amigo, paciente e entender os problemas das pessoas que comanda, estando perto delas sempre que precisarem. 

Agora a honestidade é primordial, mas como saber se uma pessoa é honesta ou não? Somente a convivência é que lhe dará um pouco de segurança. 

E o espirito voluntarioso é mais fácil de perceber, no dia a dia, no lidar com as pessoas, no se entregar de corpo e alma há algum projeto sem esperar retorno, pois todo retorno é consequência de uma entrega para coisas boas. 

Bom, espero tê-la ajudado. Se quiser perguntar algo mais, fique a vontade.
Abraços

Daniele Alves Marinho

Há amigo, você não tem noção do quanto me ajudou. Me orientou a formular sobre o assunto...Obrigada demais.


11 junho 2012

Conversando sobre Projetos e ONGs

Conversando sobre projetos sociais.

Boa tarde
Chamo-me Luís e moro em São Bernardo do Campo - SP, sou professor e coordenador de curso, tenho um círculo de amizade de profissionais liberais que juntos praticamos ações dentro de uma comunidade muito carente aqui desde 2009. Acontece que nossas ações estão tomando uma dimensão que não esperávamos então resolvemos criar uma ONG há 2 semanas, resolvemos isso de tanto falarem na nossa cabeça que dessa forma conseguiríamos parceiros para fomentar nossas ações em vez de sairmos de porta em porta, enfim, a ONG foi registrada. Pergunto ao Mestre que tipo de orientação poderia me dar afim de fazer projetos, qualquer tipo de projeto que venha de interesse a uma comunidade muito carente e que órgãos ou instituições deveríamos procurar afim de uma parceria, pergunto ainda se nestes projetos a empresa parceira fomenta pelo tempo que o projeto irá funcionar e ou como funciona.

Desculpe-nos pelo incômodo, mas somos “crus" neste mundo de parcerias e projetos.
Um forte abraço e muito obrigado pela colaboração.
Att
              Luís Rabelo
    ONG Renascer para progredir
           Vice Presidente


Olá amigo
Desculpe a demora em responder.

Tenho no meu Blog alguns projetos que podem ser adaptados, basta direcioná-lo para o público alvo com que você quer trabalhar.

Algumas adaptações de fazem necessárias. Espero que você conheça alguém na sua comunidade que tenha um pouco de noção em elaboração de projetos, para realizar esse trabalho.

Para que uma empresa venha se interessar por seu projeto, é preciso que ele esteja bem sedimentado e claro. Além de já estar implantado e funcionando, assim fica bem mais fácil.

Quando comecei também fui aprendendo pelo caminho e acho que é assim que tem de ser.

Tenha sempre em mente que nada é impossível, pois só assim você conseguirá alcançar seus objetivos. Sempre com o compromisso de fazer o melhor para todos em busca da cidadania plena.
Abraços

10 junho 2012

Projeto Onça Pintada - Cidadania é Alegria

Projeto Onça Pintada - Cidadania é alegria.

Faço um trabalho como esse todo dia, toda hora e sem cansar. A criançada se esbaldou até não poder mais.

Não dá para explicar o que sinto quando realizo um trabalho como esse, não pelo resultado das fotos, mas pelo seu conteúdo. Nada mais divino que crianças sorrindo. Esse prazer não tem preço.
www.victorsgomez.com

Projeto Onça Pintada no dia do meio ambiente.

Um projeto que visa o resgate da auto-estima de crianças e adolescentes da comunidade de São Francisco. Com várias oficinas, entre elas música, artesanato, horticultura, etc.

A inuguração da casa do Projeto Onça Pintada é em julho, em breve estarei anunciando aqui.

 

07 junho 2012

Apresentação do Projeto Vale dos Tambores

Projeto Vale dos Tambores

Aconteceu no dia 05, no Clube dos Coroados à apresentação do Projeto Vale dos Tambores na Região do Ciclo do Café.

Devemos agradecer a todos que levam esse projeto adiante, principalmente a nossa Vice prefeita e Secretaria de Educação Dilma Dantas, figura expressiva e voluntariosa, que luta pelo resgate de nossa cultura, de forma incansável e abnegada.

Dilma Dantas, aqui falo sem "rasgação de seda", pois a conheço do seu dia a dia de luta, é uma das principais figuras, aqui em Valença, que trabalham pelo resgate da nossa cidadania. Parabéns e sucesso Dona Dilma Dantas.


Vice prefeita e Secretaria de Educação Dilma Dantas








O projeto idealizado pela vice-prefeita e Secretária de Educação Dilma Dantas, e coordenado pela Neuro cientista e Pedagoga Sonia Reis, contempla alunos da creche ao 5º ano do ensino fundamental e tem como objetivo a formação de cidadãos e o resgate da história de Valença através da Cultura, incentivando o “viver bem”.

Desde que foi implantado nas escolas, em 2011, o Projeto já possibilitou aproximadamente 2259 professores, 53 encontros com a coordenadora Sonia Reis, além de palestras e cursos que fazem parte de outro Programa, o de Formação Continuada.


 

 

06 junho 2012

Projeto Onça Pintada

Projeto Onça Pintada no dia do meio ambiente. 

Quando queremos encontrar dificuldade, elas sempre aparecem. Quando queremos fazer um projeto com dedicação e amor tudo o mais fica pequeno.

Parabéns as Coordenadoras do projeto, Angela Batista e Deyse Leite, professoras da Escola Municipal Professora Maria da Glória Gifonni localizada em São Francisco, pelo excelente trabalho desenvolvido nesse projeto.






O Projeto Onça Pintada busca a melhoria da qualidade de vida e a conscientização de crianças e adolescentes, através de diversas oficinas. O projeto consiste em uma nova forma de educar, onde as matérias são aplicadas de forma dinâmica, com atividades externa a escola, o que leva com que os alunos se mobilizem junto com a comunidade nas questões de meio ambiente, saúde, cultura, esporte, entre outras.

Cidadania se conquista todos os dias, com persistência, trabalho e honestidade.

04 junho 2012

Doações de Livros para o Projeto Crianças da Amazônia

Essa é para os amigos que me conhecem do Rio de Janeiro e de São Paulo

O projeto Crianças da Amazônia  está precisando de livros para faixa etaria de 03 a 05 anos para implementar a biblioteca na Escola Prof Nazaré de Oliveira em Breves, Ilha do Marajo

Favor entrar em contato com as Sras Neila Zocca e Eliana Araújo, pelo Facebook.

Desde já agradecemos a atenção dispensada.


02 junho 2012

Dúvidas sobre como fundar uma ONG

Oi tudo bem?
Estava pesquisando na internet sobre projetos sociais e encontrei o seu blog. Eu trabalhava com meu pai e não deu mais certo.

Sou formada em cinema e sempre quis abrir um centro cultural, sei que posso contar com as leis de incentivo, enfim estou pesquisando, tenho advogado que me auxilia. 

Gostaria de uma opinião sincera, tenho esse desejo a anos desde que comecei a fazer curso de teatro, mas será que consigo me sustentar só com isso? Eu terei um salário? Eu poderia no momento dedicar todo meu tempo para isso, mas vou precisar me sustentar. 

Claro minha ONG seria na área de cultura, gostaria de ter um pouco de cada coisa, como se fosse uma escola de artes, musica teatro dança, conheço pessoas da área na cidade, será possível?
 
Obrigada

  
Olá amiga

Desculpe a demora em responder.

Não estou aqui para enganar ninguém, nem desanimá-la, mas pretendo ser o mais sincero possivel com você.

Não é um trabalho fácil, é um trabalho árduo, difícil mesmo e muitas vezes sem o mercido  reconhecimento.

Eu, quando fundei a ONG CECI em Seropédica, tive a sorte de encontrar as pessoas certas que me ajudaram bastante, todas elas se exceção, mesmo as que não falam mais comigo, pelos mais diversos motivos, sabem o quanto sou agradecido, e mesmo que não o saibam, algum dia ficarão sabendo.

Não pretendo aqui florear o trabalho, é difícil? É, mas não impossível. O primeiro passo é saber o que realmente você quer fazer. Muitas pessoas querem fundar uma ONG para ficar ricas, acham que vão ganhar muito dinheiro, não digo que seja o seu caso, mas a poucos dias tive uma decepção muito grande com uma ONG aqui de Valença, que não vou citar o nome, mais ou menos nesse sentido. Bom, mas vamos em frente.

Se você pretende ajudar e se dedicar ao máximo a quem precisa, saiba que o retorno será muito maior. Se você acredita no que está fazendo, as coisas começarão a se ajeitar a medida que você trabalha. O retorno é sempre maior quando somos altruístas e nos dedicamos com amor na conquista da cidadania para todos.

Acho que você deve fazer o curso de teatro, e quantos cursos forem possíveis. elaboração de projetos, captação de recursos, e quanto mais capacitada você estiver, mais fácil será a sua caminhada.

Não desista nunca do seu projeto, procure sempre o melhor para todos e para você. Acredito que você está no caminho certo. O teatro e a leitura, são caminhos certos para a conscientização dos jovens.

Abraços,

Passo a passo de como criar uma ONG