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26 janeiro 2011

Um Modelo de Projeto Social: Projeto Risonhos

Eis o voluntariado em que eu acredito. Gente que se doa sem medo, sem interesse, de uma forma completa, apenas buscando ajudar a quem precisa.

Eu poderia ficar horas escrevendo sobre ONGs, sobre voluntariado, mas nunca alcancaria o que esses jovens lá de Fortaleza, solidários e comprometidos com o social, falam sobre seu trabalho.

Só tenho a agradecer a esses meninos por eles existirem e por me darem a chance de tê-los como amigos e perceber a verdade de cada depoimento, feito com sinceridade e amor, sobre um projeto de cidadania, que só vem a engrandecer o trabalho voluntário em nosso país.

Podem acreditar eles existem e vocês podem encontra-los aqui: www.risonhos.org

"Vestimos o nariz de palhaço, a menor máscara do mundo, não para escondermos quem somos, mas para sermos quem queremos, a melhor pessoa que podemos ser, para levar um pouco de alegria para algumas pessoas e acabarmos descobrindo com elas que podemos ser bem mais. (Sabryna Esmeraldo -Estudante de Jornalismo e ex-voluntária dos Risonhos)


Daniele Marinho
Atuar em hospitais e asilos, sem dúvida, transforma o meu dia, lapidam o meu caráter e me presenteia com momentos únicos que tomam espaço na minha mente e coração como algo essencial para minha vida. Não vejo como vivenciar tudo aquilo, olhar para trás e simplesmente abrir mão. De não querer mais estar ali. Não conseguiria. Um elo, forte, se formou.
Sei que os atos são presentes dados a nós, voluntários. Sei que somos surpreendidos a cada ato, com situações inesperadas, e que se acaba tornando um grande e inesquecível momento. Sei que a música é um canal de comunicação, que nos faz entrar na vida das pessoas. Sei que o nosso trabalho, não é algo fácil, mas vale muito à pena. Sou muito feliz por ser quem sou e hoje dizer: 
Sim, Sou Palhaço, Prazer!


Guilherme Muchalle - Pimenta (Coordenador)

3 anos de muito suor e trabalho, mas também de muitos sorrisos e lágrimas(de felicidade).
Ainda temos muito o que melhorar, mas podemos ter muito orgulho do caminho que percorremos e de todas as evoluções que este projeto se auto-induziu. A cada dia que passa ele ganha mais vida própria e espero que, caso seja necessário, seu trabalho possa continuar existindo por dezenas de anos 


 Luana Carolina (Bijou)

Primeiro, como sempre gosto de repetir as doces palavras do Caio F. Continuamos sim, "Porque a força de dentro é maior. Maior que todos os ventos contrários." Então, tantas pessoas já ajudaram a remar esse barco, e sim cada vez mais ele chega ao objetivo, seja a risada conquistada de um idoso, seja o “fica mais” de uma criança ou o “quando você volta?” de uma mãe. E conseguir fortificar o alicerce desse projeto é de um valor imenso, que tudo isso não é pelo-eu-individual-de-cada-um, mas sim por um todo, um todo que tem como método alcançar o melhor que existe nas pessoas, muito orgulhosa por fazer parte disso, por também conquistar sorrisos, por também procurar alcançar o melhor nas pessoas que visitamos e em nós, e em cada dia!

“A felicidade só é real quando compartilhada” =D


Márcio Vandré Bustamante de Castro (Poeta)

Entrar nos Risonhos foi como ter aberto a porta de um mundo novo. Embora visitemos pessoas com sérias enfermidades, o colorido da intenção que carregamos colabora na mudança desta realidade sóbria e gélida. O sorriso que brota é como água da fonte, que encharca nossa alma de sentimentos bons. Os olhares perdidos logo se acham. Os nós se desfazem. Por uns minutos, a paz. Por um momento, o próprio momento esquecido, a infância revisitada. Ludicidade necessária que uns teimam em considerar jamais. Rir, sonhar, acreditar. Posso virar um avião, ser uma estátua, ou apenas me deleitar com uma conversa sem rumo. É isto que um voluntário faz. Doa-se de tal forma que pode ser tudo e também pode ser nada. Invisível. Uma estrada. Um enorme coração. 


Rebeca de Castro (Fofuxa)
Quando a alma encontra o corpo...
Não sei explicar o que sinto nesse momento...
Estou no projeto a 2 anos e 6 meses e vendo como começamos e onde estamos indo, dá um ORGULHO tão grande.
Sei que ainda temos muito a aprender e a realizar nessa caminhada, mas posso dizer que vivi intensamente cada tropeço, acerto, reconhecimento...
Se hoje temos esse número de inscritos para participar conosco dessa luta, nada mais é que uma conquista. Todos que estão no projeto a mais tempo sabem de tudo que já precisamos superar para estar onde hoje estamos.
Quero agradecer de coração a todos que já fizeram parte desse projeto na época que se chamava Vagalumes e/ou agora como Risonhos. Cada um tem sua história e seu tijolinho na construção dessa futura ONG.

Passo a passo de como criar uma ONG