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15 janeiro 2009

A infindável dor

fonte da imagem: emanuela.blogs.sapo.pt

Estou assim meio sem saber como escrever esse post, depois do último que escrevi. É meio complicado, pois parece que nele coloquei tudo que eu tinha para fora e agora estou meio que vazio. Logo depois publico Manoel de Barros e aí é que desapareço por completo. Tenho uma coluna chamada “Opinião”, acho que todos já notaram e nela falo sobre algumas coisas que acontecem em minha vida. Assuntos aqui de Valença, assuntos sobre política, coisas do dia a dia, coisas ruins e coisas boas, como as relações de amizade. Então ontem assisti a um filme, fui à locadora e peguei o filme, que não sinto necessidade de dizer o nome. Era um filme sobre guerra e suas razões de ser. De uma hora para outra tudo se embolou na minha cabeça. Qual dos lados tem razão? Que motivo estúpido e egoísta, coloca frente a frente, pessoas que nunca se viram, para se matarem mutuamente? Qual a finalidade disso tudo? Será uma seleção natural da espécie? Outros poucos acreditam que possa ser apenas um controle populacional provocado pela natureza. Outras guerras são tão antigas, que nos dão a impressão, que já correm nas veias de quem as faz, ou pior, já está inserida em seu código genético. Agressões gratuitas que não levam a nada. Talvez um dia tenhamos explicações mais sensatas. Talvez um dia, as trevas se dissipem por completo e a luz volte a brilhar mais forte. Como depois de um temporal de verão, quando o sol reaparece bem quente. Agora, depois disso tudo eu exclamo: O que faz mais sentido nessa vida, senão o amor!

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