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27 abril 2022

Escritor Poeta | A Rua dos Cataventos - Mário Quintana

Mário Quintana poeta das coisas simples, irônico, jornalista e tradutor, nasceu em Porto alegre em 30 de julho de 1906. Seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, foi lançado em 1940, tendo início ai sua carreira de poeta. 


Publico aqui o poema "A Rua dos Cataventos", pois me lembra Conservatória, aqui em Valença - RJ, aonde fiz essa foto.


A Rua dos Cataventos 
Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Obra poética
  • A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
  • Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
  • Sapato florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
  • O aprendiz de feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
  • Espelho mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
  • Inéditos e esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
  • Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
  • Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
  • Apontamentos de história sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
  • Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
  • A vaca e o hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
  • Esconderijos do tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
  • Baú de espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
  • Preparativos de viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
  • Da preguiça como método de trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
  • Porta giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
  • A cor do invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
  • Velório sem defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
  • Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001

26 abril 2022

Projeto "De Conversa em conversa"

Projeto "De Conversa em conversa."
http://www.casaleapentagna.org.br/programacao.html
Celebrando os talentos da cultura em Valença.

Vejam os vídeos no nosso canal do Youtube
Valença Youtube: Fundação Lea Pentagna oficial
https://www.youtube.com/channel/UCl789qxKtT6t4AhaeQTmrvQ


Vídeos: Março de 2021
1- Presidente Gilberto Monteiro e Dilma Dantas - Diretora de Eventos.

2- Artistas Visuais: Zirley Ávila, Antonio Toledo e Sílvio Fernandes.

3- Artesanato: Sônia Macedo, Creuza Cunha e Regina Cotrim.
 

Vídeos: Abril de 2021
4- Música: José Maria Ferr e Marcos Valério de Souza
 

Vídeos: Maio de 2021
5- Dança: Clébio Santos Leite.

6- Artes Visuais: Ubiratan Lima.
 

Vídeos: Junho de 2021
7- Professor Luiz Francisco Moniz Figueira.
 

Vídeos: Julho de 2021
8- Artesanato: Silvia Monteiro Fernandes, Angela Regina e Adelaide Pragana.

9- Teatro: Márcia Valença.
 

Vídeos: Agosto de 2021
10- Música: Marcos Reis e Fernando Corrida Junior (Nando).
 

Outros eventos:
Youtube por Dilma DantasMoreira Mazzeo
Aniversário de Lea Pentagna - 04 de agosto
1- Entrevista na Rádio Alternativa sul F.M.
2- Publicação de mensgem, Jornal Local, 04/08/2021, pelo Presidente Gilberto Wilson Lima Monteiro.
3- Contação de história, por Andrea Alves, Youtube.
 

Durante a pandemia a Fundação Lea Pentagna estará fechada para visitação.
Mais informações:
Rua Vito Pentagna, 213
Valença (Rio de Janeiro)
Tel: 024 2453-4178
E-mail: lea.pentagna@uol.com.br 

25 abril 2022

Artes Plásticas | A Arte Prazerosa de Zaqueu Pedroza

Zaqueu Pedroza, Artista Plástico de Volta Redonda, transcende as cores e as formas com seus traços e respingos, nos mostrando que a arte vai além das fronteiras do normal, se enveredando por mundos desconhecidos, longínquos, mas não menos lindos e prazerosos de se ver.

Zaqueu Pedroza por Zaqueu Pedroza:
Sou artista plástico autodidata e fotografo. Tenho formação em enfermagem técnica e trabalhei durante 19 anos em são Paulo. Saindo de volta redonda deixei muitas coisas que gostava de fazer dança, teatro, cenografia e moda.

Mas não durou muito tempo e comecei a fazer parte de grupos de arte em sampa. Minha primeira exposição me deu uma alavancada nas artes plásticas e oportunidades de conhecer artistas em muitas áreas. Aprendi muito e pesquisei muito. Por oportuno do destino precisei voltar para volta redonda. Hoje não trabalho mais com enfermagem, 19 anos já deu.
Atuo somente com artes e gosto muito do que faço.

Como não acredito em seres ecléticos, existe muita coisa que não gosto, fora gastronomia, gosto de tudo, pelo menos o que já provei.

Gosto de fazer amigos e ser amigo na hora certa, coisa que a gente não sabe qual é a hora certa.
Me perguntaram certa vez que tipo de música eu gostava - gosto de boa música, resposta errada. Tem pessoas que acham que funk é uma boa música. Nada contra. Penso que as pessoas têm liberdade de fazer ou gostar de qualquer coisa, não entro em discussões. Não tenho uma opinião formada sobre tudo nem tenho pretensão a isso.

E como todo ser humano sou sensível.

Acredito em Deus como iluminação para nossas frustrações.

Gosto de filosofia.

Gosto de um bom bar com pessoas de boa índole e carisma.

Confiante numa frase que - fala demais quem não tem nada a dizer - para o momento é isso.




Passo a passo de como criar uma ONG