13 abril 2021

Panis et Circenses um Marco Cultural

O ano, 1968, lá fora o chicote da ditadura castigava o povo brasileiro, mas dentro dos estúdios gritos de liberdade se ouviam ao longe. O pão e circo imposto pelos generais, lhes era dado de volta por nossos artistas na forma de um novo movimento cultural, o tropicalismo, que tentava trazer de volta a liberdade e a esperança, há algum tempo afastadas do nosso povo.


A canção "Panis et Circenses", composta por Caetano Veloso (1942) e Gilberto Gil (1942), é lançada em 1968 nos discos Tropicália ou Panis et Circenses (Polygram/Phillips) e Os Mutantes (Polydor), neste com uma introdução de metais diferente da anterior. A interpretação da música é do grupo Os Mutantes, formado pela cantora e compositora Rita Lee (1947) e pelos irmãos compositores e instrumentistas Arnaldo Dias Baptista (1948) e Sérgio Dias Baptista (1951).


http://enciclopedia.itaucultural.org.br/…/panis-et-circenses

12 abril 2021

Projeto social Cidadania na Escola

O dia a dia na escola é mais saudável quando o professor tem plena liberdade de comandar seus meninos e meninas, é dessa forma que as coisas fluem como devem ser. Liberdade para criação, liberdade para aprender, liberdade para ensinar. A sala de aula é quase um lugar sagrado, não como uma igreja, mas como um templo de criação, sendo seu sacerdote máximo, o Professor. Quando se vigia um professor você tolhe sua alma, seu amor pelo que faz.

Os rostos se escondem por detrás de traços quase infantis, suas lutas do dia a dia são iguais a de tantos outros, mas como se esforçam para mostrar sua vontade de fazer o melhor. Parabéns, mestres e alunos. Victor S. Gomez - Escritor

E. M. Professora Regina Coeli Amorim - Cambota, Valença, RJ.








Arte Urbna Poética
https://www.facebook.com/ArteUrbanaPoetica/

Blog Cidadania 

11 abril 2021

Museu Vicente Celestino e Gilda Abreu - Por Victor S. Gomez

Em Valença, sul do Estado do Rio de Janeiro, mais precisamente em um pequeno distrito desse município o tempo parece ter parado. Formado por mais ou menos umas seis ruas, o distrito de Conservatória, conhecido também como Cidade da Seresta, nos trás lembranças que fazem com que muitas vezes pensemos tê-las vivido. A velha Maria Fumaça, a 206, há algum tempo parada na pequena estação, afeta nossa imaginação, tanto que, quando fechamos os olhos podemos dar assas a nossa imaginação e nos transportarmos para um tempo onde tudo era mais tranquilo e feliz. 


O trem chegou na estação,
Demorou mas chegou.
Agora não tem mais ninguém aguardando sua chegada,
mas quem nos garante que isso é verdade.
As imagens de quem passou por ele,
continuam aqui,
presas na luz,
guardadas no tempo das boas lembranças.


Conservatória, o som ecoa entre seus casarios. O vento leva a música que rodopia entre telhados, nas frestas das janelas, pelos ouvidos alheios, eternizando o amor nos corações de quem ouve. Então, passando por Conservatória, não deixe de visitar o Museu Vicente Celestino, obra mantida pelo abnegado voluntário, Wolney Porto.


O Museu Vicente Celestino fica situado no centro da cidade de Conservatória, distrito de Valença, RJ, na rua Pedro Gomes, nº 50. Inaugurado no dia 13 de março de 1999, em parceria com a Prefeitura de Valença e a Secretaria de Turismo e Cultura, o museu Vicente Celestino conta com um vasto material pessoal de Vicente Celestino e sua esposa Gilda de Abreu. Conta também com a discografia do artista, figurino de filmes e roupas de casamento. Há também uma Galeria dos Imortais, com acervo de outros artistas, e uma sala de pesquisa da MPB, com mais de 2000 fotos, títulos, recortes de jornais e revistas.

O amor perdido cantado com dor, sentimento que brota em todos que amam cegamente, inspira e transforma essa imensa dor em belas canções. Com certeza o tempo passou por aqui, mas de certo nunca conseguirá tirar de nós o melhor do nosso passado.


A Diva, Gilda Abreu, cantou e nos deixou mais que uma canção, deixou um passado de beleza, luz e muita musica, para que possamos sempre nos lembrar dos melhores momentos de nossas vidas.


Religiosidade, crença, arte, lembranças, juntas, fazendo nos acreditar em uma força superior, que nos faz amar cada vez mais nossos semelhantes e tudo o que é belo.

As luzes do palco se apagaram, mas a memória continua acessa. É tudo lembrança, guardada com todo cuidado, para que jamais seja esquecida.

Passo a passo de como criar uma ONG