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28 setembro 2015

O Voluntariado Transforma Vidas

O voluntariado é uma proposta interessante para começarmos nossa mudança. Quando cuidamos de alguém, pode ser em uma ONG, hospital, Igreja, ou outro lugar, aprendemos que o altruísmo é o melhor caminho a ser seguido, pois ele nos leva ao verdadeiro amor, o amor solidário.


Aqui em Valença existe uma necessidade muito grande de pessoas que pratiquem o voluntariado. É claro que as pessoas tem de sobreviver, ganhar o tão suado pão nosso de cada dia. A vida está muito difícil para todos. Mas será que não podemos doar uma pequena parcela de nosso tempo para ajudar o próximo? Algumas instituições realmente precisam dessa ajuda. Eu mesmo pratico voluntariado na Folia de Reis há 4 anos, e me sinto muito bem. Não recebo nada por isso. Apenas deixo de fazer certas coisas, para ter um tempinho a mais para me entregar a essa prática. Além disso sou associado da Fundação Lea Pentagna, uma belíssima instituição que vem disseminando a arte, a cultura e a cidadania há bastante tempo em nossa cidade. Ser associado dessa instituição me orgulha bastante. E existem outras grandes instituições, que só resistem por causa do altruísmo de seus dirigentes. O Lar Meimei, A APAE e outras tantas.

Pense que Valença é sua cidade e que ela depende de você, das suas boas ações, e boas ações sempre geram boas ações. Comece a mudar o que você puder, mude seu interior, mude seu pensamento, mude suas atitudes, idealize novos projetos, transforme-se primeiro, somente assim você conseguirá transformar outras pessoas e melhorar o lugar onde vive. Assim, começando a mudar o seu interior, você estará certamente crescendo, e também ajudando sua cidade a crescer.


Vejam como uma experiência com o voluntariado pode transformar vidas.

Algumas coisas acontecem de maneira inteiramente inesperada, mesmo quando pensamos que tudo está andando de maneira certa, as vezes nos deparamos com situações que nos testam o tempo todo. Mas nem sempre algo ruim é totalmente ruim, muitas vezes uma situação que parece negativa, e apesar de tudo indicar que ela não gerara mais frutos, pode provocar o contrário, disseminando em todos a vontade de prosseguir, de dar continuidade a um projeto que parecia, no momento estar praticamente destruído.

“História de uma Voluntária
Ana Paula, como dizem por aí, era uma pessoa do bem. Ela morava na baixada Fluminense, em Nova Iguaçu e aos quinze anos já era voluntária na Pastoral da Criança. Gostava de contar histórias e fazer teatro para as crianças que iam até a Pastoral com suas mães. Tinha um jeitinho especial que cativava a todos, principalmente os pequenos, um certo carisma que conquistava as pessoas. Assim que se formou foi trabalhar em uma grande empresa no Centro do Rio de Janeiro. Era responsável pelo Departamento de Recursos Humanos dessa empresa e logo começou a ajudar nos projetos sociais que a empresa desenvolvia na comunidade vizinha, no Morro do Santo Cristo.

Ana Paula sempre tinha tempo para atender os outros, era possuidora de uma grande capacidade de ouvir e aconselhar quem a procurava. Conseguia administrar seu tempo de uma forma e sempre estava ajudando alguém, ou envolvida em alguma atividade social da empresa. Gostava de se cuidar, mas nem por isso ela deixava de fazer a sua parte como voluntária. Fazia ginástica em uma academia, tinha prazer em se cuidar, mas percebeu que esse tempo seria melhor aproveitado se estivesse ajudando alguém, então foi fazer caminhadas com um grupo de idosos de uma associação vizinha a sua casa. Pensava que assim seu tempo renderia mais. Ela era assim, gostava de se doar. Para ela não existia coisa melhor do que ser voluntária.

Mas um dia Ana Paula não apareceu mais na empresa, nem voltou para casa. Uma bala perdida a tirou desse mundo. No caminho para a empresa, em plena linha vermelha, aconteceu um arrastão e uma bala perdida atingiu seu peito. Se fazer o bem apenas lhe trouxesse a chance, de em outro lugar ela ser feliz, Ana Paula estava feliz. Ela sempre procurou fazer alguém feliz, como não estaria feliz.

Na empresa a morte de Ana Paula repercutira de uma forma que nunca fora vista. Seu trabalho tinha gerado frutos. Em todas as seções da empresa pelo menos um funcionário queria doar seu tempo, para dar continuidade ao trabalho de Ana Paula. Nada do que ela começou terminaria ali. Seu exemplo gerou multiplicadores e fez mais pessoas felizes. Ela tinha alcançado seu objetivo, fazer cada vez mais pessoas felizes.”

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