As melhores peças para seu carro podem ser encontradas aqui

Http://www.Motordoctor.PT

30 janeiro 2015

Projeto de Cidadania: História de uma Voluntária

Sempre que leio esse texto ele me parece bastante atual e cada vez mais real. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência.

A personagem talvez exista, aqui, ou em outro lugar qualquer. Mas nesse conto, ela ganha vida e força, para mostrar que tudo que é feito com amor e dedicação, só vem a somar e gerar bons frutos.

Foi um sonho que tive e transformei em um conto, mas pode acontecer com qualquer pessoa, em qualquer lugar.

Essa é uma história de cidadania e amor ao próximo.


Ana Paula, como dizem por aí, era uma pessoa do bem. Ela morava na baixada Fluminense, em Nova Iguaçu e aos quinze anos já era voluntária na Pastoral da Criança. Gostava de contar histórias e fazer teatro para as crianças que iam até a Pastoral com suas mães. Tinha um jeitinho especial que cativava a todos, principalmente os pequenos, um certo carisma que conquistava as pessoas. Assim que se formou foi trabalhar em uma grande empresa no Centro do Rio de Janeiro. Era responsável pelo Departamento de Recursos Humanos dessa empresa e logo começou a ajudar nos projetos sociais que a empresa desenvolvia na comunidade vizinha, no Morro do Santo Cristo.

Ana Paula sempre tinha tempo para atender os outros, era possuidora de uma grande capacidade para ouvir e aconselhar quem a procurava. Conseguia administrar seu tempo de uma forma que sempre estava ajudando alguém ou envolvida em alguma atividade social da empresa. Gostava de se cuidar, mas nem por isso deixava de fazer a sua parte como voluntária. Fazia academia de ginástica, tinha prazer em se cuidar, mas percebeu que esse tempo seria melhor aproveitado se estivesse ajudando alguém, então foi fazer caminhadas com um grupo de idosos de uma associação vizinha a sua casa. Pensava que assim seu tempo renderia mais. Ela era assim, gostava de se doar. Para ela não existia coisa melhor do que ser voluntária.

Mas um dia Ana Paula não apareceu mais na empresa, nem voltou para casa. Uma bala perdida a tirou desse mundo. No caminho para a empresa, em plena linha vermelha, aconteceu um arrastão e uma bala perdida atingiu seu peito. Se fazer o bem apenas lhe trouxer a chance, de em outro lugar  você ser feliz, Ana Paula estava feliz. Fizera sempre alguém feliz, como não estaria feliz.

Na empresa a morte de Ana Paula repercutira de uma forma que nunca se vira. Seu trabalho tinha gerado frutos. Em todas as seções da empresa pelo menos um funcionário queria doar seu tempo para dar continuidade ao trabalho de Ana Paula. Nada do que ela começou terminaria ali. Seu exemplo gerou multiplicadores e fez mais pessoas felizes. Ela tinha alcançado seu objetivo, fazer cada vez mais pessoas felizes.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Caso tenha gostado do que encontrou aqui, comente o artigo que acabou de ler.

Passo a passo de como criar uma ONG