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07 abril 2014

Entrevista no Jornal Olho Vivo com Victor S. Gomez

O Escritor Victor S. Gomez foi entrevistado pelo Jornalista Claudio Alcantara, para o Jornal Olho Vivo.

Victor S. Gomez já trabalha em novo livro de contos, que já tem nome, "A Semente". 

O livro "Universo interior", lançado pelo escritor recentemente em Valença, remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios. 


Aqui um pequeno trecho da entrevista:

É um livro de contos, certo? O que o leitor vai encontrar na sua obra? 

É um livro de contos, realismo fantástico, hiper-realismo, ficção misturado com realidade, mas dentro de um contexto social, de cidadania e reflexivo.

O livro "Universo interior" é formado por contos, onde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo. 

Como foi o processo de criação do livro "Universo interior"? Quanto tempo levou? Foi mais um exercício emocional ou de disciplina e técnica? 

Foi meio uma surpresa para mim escrever esse livro, sempre quis escrever, mas nunca tive coragem de começar, alguma coisa impedia, talvez a insegurança de começar e não saber como terminar. Isso ocorre até hoje comigo, como coloco aí em cima nesse pequeno texto, é como me sinto, meio perdido em um emaranhado de sonhos. Já escrevi textos, logo ao acordar e lembrar de um sonho. O livro "Universo interior" foi escrito em mais ou menos 30 dias. Fiquei um mês inteiro dentro de casa, escrevendo. Ele foi todo escrito a mão, ainda guardo os cadernos, uma confusão imensa de palavras, só eu entendo. Técnica, acredito que não, não tenho uma fórmula, é bastante emocional mesmo, eu mesmo me emociono ainda com alguns contos e até caem algumas lágrimas quando releio alguns contos. 

Ao escrever o livro, qual a sua intenção, o seu objetivo? O que você quer passar para os leitores? 

Procuro escrever o que sinto e o que vejo internamente, é todo um aprendizado, tudo que li, vi e vivi. Tudo parte do incentivo que tive do meu pai e minha mãe para a leitura. Das rádio novelas que ouvi todas as manhãs com meu pai, dos livros e revistas que ele me dava. Dos gibis e jornais que lia desde os 11 anos, todos comprados com o dinheiro que minha mãe me dava para pegar ônibus, e eu pegava carona de trem para comprá-los. Eu estudava em Realengo, no Rio, e morava em Madureira, passava por um buraco no muro e não pagava o trem, coisas de criança.

Meus textos não são pré-definidos, não falo de uma árvore, porque quero falar sobre meio ambiente. Mas também não é nada do além. Simplesmente escrevo da memória, das coisas que me lembro, das coisas que vivi com meu irmão, meus filhos, da minha infância, dos lugares por onde passei. Minha intenção maior, eu acho, é passar algo bom, que estimule, que ajude, que incentive a leitura. Que todos que leiam o que escrevo sintam que também é possível para eles escrever. E que devemos sempre tentar tirar algo positivo de qualquer experiência, mesmo das mais difíceis. 

Leia a versão completa da entrevista no site: Olho Vivo
Diretora de Eventos da Fundação Léa Pentagna.

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