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04 julho 2013

Projeto Um por Todos e Todos pelo Livro

Projeto UM POR TODOS, E TODOS PELO LIVRO, que tem como propósito fazer leitores nas escolas,base para melhorar o aprendizado didático.

De par com o melhor aproveitamento escolar, diminui-se a evasão escolar , repetência, rebeldia e delinquência juvenil, base da violência e criminalidade.

O Projeto não tem fins pedagógicos, para o bem estar de todos, por isso compartilho.

A oportunidade é esta, os recursos para implantá-lo em sua cidade existem e as infomações estão abaixo. De qualquer forma, pode ser implantado em escolas públicas e particulares.

Abraços,

Jorge Klein - Manaus - Amazonas

Modelo de Projeto Social enviado por Jorge Ernesto Klein, estudante de pedagogia (formado no primeiro semestre de 2013), Presidente do Instituto Navegando e Lendo, autor de projeto de incentivo à leitura que leva o nome do Instituto (disponibiliza livros nas embarcações que singram as águas deste Estado); Tem três pontos de leitura na cidade de Manaus, formou mediadores de leitura em comunidade. É autor de 2 paradidáticos com temática ambiental amazônica; ex-presidente fundador da Federação Amazonense de Automobilismo; organizou campeonato de moto-cross em 1985, ganhou o Prêmio Machado de Assis de 2009 – MEC/BN, e vive pensando em como melhorar o mundo. 

Jorge Klein 

Autor do Projeto 

11- CONTATO 

Jorge Ernesto Klein 

Fone (92) 8114-4100 

Av. Torquato Tapajós n 600 – Cond. João Bosco bloco 15 apto. 107 – Flores 

CEP 69048-660 – Manaus – Amazonas 

E-mail; jorgeklein@uol.com.br 



Projeto 

UM POR TODOS E TODOS PELO LIVRO 

Por 

Jorge Klein 

Manaus – 2012 

O hábito de ler literatura é base para melhor absorver aprendizado escolar. 

Jorge Klein 


1- INTRODUÇÃO 

2- JUSTIFICATIVA 

3- OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICO 

4- PÚBLICO-ALVO 

5- RESUTADOS ESPERADOS 

6- METODOLOGIA 

7- ORÇAMENTO 

8- COMUNICAÇÃO DO PROJETO 

9- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO 

10- CURRICULO 

11- CONTATO 

12- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

1- INTRODUÇÃO 

São várias as causas do mau aproveitamento escolar no Brasil, mas, sem dúvida, o maior deles é a falta de leitura. Mesmo nas escolas, a realidade está muito distante do ideal, principalmente em termos de leitura de livros literários por alunos ao longo do ano. Todos sabem do problema, mas tímidas são as ações para aumentar o número de leitores nas escolas, aliás, muitas delas formam estudantes do ensino fundamental e médio, e não desenvolvem leitores competentes. 

A realidade brasileira mostra o baixo nível de leitura como um dos responsáveis pelo baixo aproveitamento escolar e profissionais mal qualificados. A leitura tem caráter transversal, uma vez que, favorece o aprendizado, melhora a qualidade do ensino no país favorecendo maior participação da sociedade; melhora a saúde do cidadão, evitando maiores 
gastos do governo, porque quem lê mais, tem melhor informação e, por isso, adoece menos; melhora a harmonia familiar, pois o leitor costumás (normalmente), tem melhor diálogo e mais habilidade argumentativa para amenizar conflitos, diminuindo assim a violência. 

O Projeto “Um por todos e todos pelo livro”, inovador, tem o propósito de auxiliar nessa árdua tarefa de fazer leitores nas escolas. É através do hábito de ler literatura que o estudante terá mais facilidade para aprender. 

Como funciona o Projeto: para cada aluno matriculado, deverá ter um livro de literatura disponível, de acordo com a série escolar dele (não haverá duplicidade de títulos na mesma escola). Os livros serão selecionados pela escola (professores e bibliotecários), ou pelas secretarias de educação. Ficarão dispostos em pequenos módulos com porta e chave, fixos nas paredes de cada sala de aula. 

Nos casos em que alunos comprarão os livros: se o aluno prosseguir no colégio, não será necessário comprar outro no ano seguinte; alunos veteranos só deverão comprar um novo livro no terceiro ano consecutivo no mesmo colégio, ou seja em anos ímpares. 

Devemos levar em consideração que, ao comprar um livro e ler até 100 ou mais livros, representa uma economia razoável no bolso da família e um investimento alto na educação. 

Comprar o mesmo título de um livro para uma turma inteira é ignorar o potencial nato da curiosidade que desperta pela novidade da criança e do jovem estudante. 

A escola faria mensalmente um encontro entre turmas para que os alunos compartilhem suas boas experiências. A palavra de jovem para jovem, às vezes, é mais convincente. É a experiência dos próprios alunos, falando e entendendo sua linguagem. O aluno que se entender leitor habitual, poderá 

solicitar da direção da escola, o Diploma de Leitor Habitual, fornecido pelo Instituto Navegando e Lendo, se assim a escola o definir. 

02- JUSTIFICATIVA 

Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional. (INAF: 2011). O número de leitores de livros e jornais impressos nas universidades é considerado muito baixo, o que é um dado preocupante, pois a pouca leitura produz desinformação e profissionais mal formados. 

O baixo número de leitores é associado ao desempenho escolar. Se no ensino fundamental o aproveitamento é baixo, não é diferente no ensino superior, como se pode ver pelo desempenho do exame da OAB em todo o Brasil. É isso mesmo, base bem feita ou mal feita, tende a verticalizar. O fato é que os professores do ensino fundamental (principalmente) não estão levando a leitura a sério – Professor que pouco lê, não compreende o ato, nem tem argumento para incentivar a leitura. Por décadas se tem dado pouca importância ao ato de ler e, ainda hoje, as escolas, mesmo às que têm biblioteca, não têm dado a relevância devida. 

Em uma entrevista feita pela socióloga Zoara Failla feita com 145 professores, somente 3 leem prazerosamente em seu tempo livre. É daí que parte o problema. O ditado popular “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” faz jus a realidade dos professores do país. A falta de argumentos convincentes dos professores(as) está alicerçada ao fato de que muitos deles não compreendem que a leitura literária é a base para o melhor aproveitamento escolar. 

O que dizer da violência crescente em todo o país? Grande parte dos conflitos familiares ou externos poderia ser amenizados ou solucionados, se houvesse, entre eles, pessoas com mais formação e com a leitura mais presente no seu cotidiano. Atualmente, a pouca informação congestiona hospitais e postos de saúde, ou acaba em morte por falta de boa 
argumentação antes ou durante o desentendimento, gerando sofrimento e prejuízos para as famílias e governos. O leitor costumás tem maior facilidade de resolver conflitos por meio de diálogos. 

É preciso romper com metodologias que não vislumbram a leitura como prioridade e dar oportunidade ao estudante de descobrir que a leitura é base do conhecimento, mas também é lazer. Desenvolver a leitura é um desafio a ser vencido – Esse é o objetivo do “Um por todos e todos pelo livro”. 

03- OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICO 

Objetivo Geral 

Sensibilizar os estudantes e professores sobre importância do hábito de ler 
literatura e com isso promover a leitura na escola. 

Objetivo Específico 

- Para cada estudante do mesmo colégio, um título literário diferente; 

- Para cada sala de aula, um módulo com porta e chave para guardar os 
livros; 

- Realizar, entre turmas de diversas séries, encontros mensais ou 
bimestrais para que os alunos falem de suas experiências com a leitura. 

- Divulgar para os alunos seu direito de conquistar o Diploma de Leitor 
Habitual; 

- Difundir o ato de ler literatura, como primordial para o aprendizado geral e 
sucesso profissional; 

04- PÚBLICO-ALVO 

O público-alvo constitui-se de alunos matriculados nas escolas públicas ou particulares, dos ensinos Infantil, Fundamental e Médio. 

05- RESUTADOS ESPERADOS 

Qualquer resultado positivo que se pretende almejar para a educação no Brasil, é preciso contar muito com a participação dos governantes, professores 

e pais de alunos em prol do incentivo à leitura. Só assim teremos melhor aproveitamento escolar, melhor divisão de renda, digno de um país do primeiro mundo. (1)  

Quem nasce em uma família de pais leitores, quem é apresentado ao livro por bons professores, quem experimenta o prazer de um livro bem lido, o prazer e o deleite estético de um belo texto, sabe da importância da leitura para a plena realização da nossa humanidade - Juca Ferreira. (2) (3) 

06- METODOLOGIA 

A estruturação e expansão do Projeto para um número significativo de atendidos é mais uma oportunidade de tentar novas alternativas para melhorar o aprendizado escolar. O Brasil tem um problema, a falta do hábito de ler dos brasileiros. 

O Projeto “Um por todos e todos pelo livro” é versátil, pode ser aplicado tanto em escolas públicas como em particulares. Os livros poderão ser bancados pela instituição de ensino, pelo Estado no caso de escolas públicas, ou pelos pais de alunos, no caso de escolas particulares. A fonte de doação dos livros é o único ponto que diferencia a ação da escola pública da particular. 

A partir de uma variedade de livros disponíveis na sala de aula, o aluno terá oportunidade de ler livros diversos ao seu gosto, sem ter que se locomover a biblioteca da escola (quando tem), perdendo um tempo precioso. Os livros deverão ficar armazenados em um módulo com porta e chave o suficiente para acomodá-los (medindo aproximadamente 60x30x30 cm), na própria sala de aula; mais especificamente fixos na parede. Na necessidade, os livros serão trocados pelos de outra sala, da mesma série. Em todo módulo deverá conter o nome do Projeto e seu autor, o patrocinador governo, ministério, prefeitura ou secretaria (se houver). 

O aluno que se matricular no mesmo colégio estará livre de comprar um novo livro, mas no terceiro ano consecutivo, poderá a escola cobrá-lo, já no quarto ano consecutivo fica isento de compra, ou seja, só comprará livro em ano consecutivo ímpar. Poderá a escola ter acervo disponível para atender a demanda, nesse caso, será desnecessária a compra pelo aluno veterano (sendo, contudo, solicitada dos novatos). – Em se tratando de escola particular, é lógico. 

A escola promoverá encontros mensais ou bimestrais entre turmas para ouvir os alunos e suas boas experiências. A palavra de jovem para jovem, às 

vezes é mais convincente. É a experiência dos próprios alunos, falando e entendendo sua linguagem. 

Não haverá cobrança pela leitura e sim, incentivo, e esclarecimento sobre a importância da leitura literária como fator importante para um bom aprendizado didático. 

O aluno que se entender leitor habitual, poderá solicitar da direção da escola, o Diploma de Leitor Habitual, e recebê-lo, se assim a escola o definir. Quanto ao Diploma, poderá o modelo ser fornecido pelo Instituto Navegando e Lendo. 

A literatura regional deve ter participação significativa, desde que passado por crivo pedagógico. Desde a literatura infantil é necessário que haja literatura regional, adquirido tanto de pessoa física como de jurídica. Muitas vezes o autor patrocina toda a obra (ilustrador, diagramador, impressão e comercialização) sem retorno, por falta de patrocínio e estrutura. E não é por qualidade da obra, mas por falta de mercado. Por isso deve estar inserido neste Projeto em pé de igualdade, sem pedras no caminho que invalidem a comercialização por pessoa física. A literatura regional se faz muitas vezes mais atrativa, por denunciar mais o cotidiano do leitor da região. 

Os comentários orais e escritos pelos alunos nos encontros periódicos ficarão nos arquivos da biblioteca, identificando-os. Em se tratando de escola pública, os comentários serão encaminhados às secretarias de educação municipais e estaduais. 

Alunos dos primeiros anos do ensino fundamental que ainda não sabem ler, deverão receber visitas de alunos de séries mais avançadas, para que estes leiam para eles. Dessa maneira, incentivando o desejo de aprender a ler. 

07- ORÇAMENTO 

Comprar um livro a mais sempre é incompreendido pelos pais (governantes estaduais e municipais também não compreendem a importância de comprar livros de literatura, se não, já teriam comprado 1 livro de literatura por aluno), mas ao entenderem que ao comprá-lo, seus filhos terão à sua disposição centenas deles para ler na escola ou em casa, com certeza entenderão. Entenderão que o esforço é válido e que o custo é realmente baixo. O autor reconhece e parabeniza o esforço do Governo Federal pelas medidas de incentivo à leitura em todo país. 

Os livros poderão ser doados pelo governos federal, estadual, ou municipal, até mesmo pelos pais de alunos tanto em escola pública como a particular. Dessa maneira, demonstra o Projeto ser executável em escolas públicas e privadas, com a participação do governo e sociedade. 

08- COMUNICAÇÃO DO PROJETO 

A comunicação é um dos pontos altos na execução do Projeto. Utilizando a TV, rádio, jornal e revistas locais e de circulação nacional, deverão se exploradas com a participação dos alunos mostrando exemplos a seguir. Também de pessoas que foram bem sucedidas graças ao estímulo à leitura literária. Uma iniciativa que vai mostrar à sociedade como devem agir se almejam um futuro melhor para seus filhos. 

09- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO 

O compromisso de fazer leitor é da escola, do governo, e da sociedade, já a responsabilidade de ler é do aluno. O resultado é quase imediato. A melhora da leitura nos Primeiros Anos, os depoimentos dos alunos nos encontros entre turmas de diferentes séries. Quanto ao aprendizado, é a médio prazo (dois a três anos), pois a compreensão do ensinamento é um processo que precisa ser 
estimulado muito para que a interpretação e armazenagem sejam bem aproveitados. 

Vale a iniciativa. O aluno não esquecerá o colégio ou governante em que se firmou como leitor. Os filhos destes terão melhor aproveitamento escolar, darão menos problemas aos professores, às escolas e à sociedade. 

A avaliação inicial do Projeto “Um por todos e todos pelo livro”, será o ponto de partida que o aluno leu uma quantidade de livros que a escola e os professores entenderem como expressivo e em critérios como: compreensão do que leu; quantidade lida na escola, capaz de resumir, em poucas palavra o conteúdo do livro; participa das reuniões de leitura (vale por escrito). 

12- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

Livros: 

ZAGURY, Tânia, O Professor Refém 

Estratégias de Leitura; SOLÉ, Isabel; 

Jornais: 

A Crítica, Em Tempo, e Diário. 

Site/blogs: 








* Site www.fecilcam.br 

História da Educação – Internet

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