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19 junho 2012

Programação de Filmes da Semana na Rio+20

Ainda dá tempo! 

Quem quiser ainda pode assistir muitas coisas boas que estão acontecendo no Galpão da Cidadania na Rio+20.

Filmes em exibição no Galpão da Cidadania.
 
Rua Barão de Tefé 75, Gamboa, Rio de Janeiro - RJ
(21) 3005-4104

19/06 | TERÇA
15h00 Programa 186 – Serras da desordem

        Serras da desordem, de Andrea Tonacci. Bahia/Distrito Federal/Maranhão, 2006, cor/pb, 136′. Carapirú é um índio nômade que, após escapar do massacre de seu grupo familiar em 1978, perambula sozinho pelas serras do Brasil Central até ser capturado, dez a nos depois, a 2 mil quilômetros de distância do seu ponto de fuga/partida. Levado para Brasília pelo sertanista Sydney Possuelo, torna-se manchete nacional e centro de polêmica criada por antropólogos e linguistas quanto à sua origem e identidade. Classificação indicativa: 10 anos

17h00 Programa 120 – Iracema, uma transa amazônica

        Iracema, uma transa amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. São Paulo, 1975, cor, 95’. Em contraste com a propaganda oficial da ditadura, uma câmera sensível flagra os problemas que a rodovia Transamazônica traria para a região: desmatamento, queimadas, trabalho escravo, prostituição infantil. Alternando documentário e ficção, o filme narra a história da jovem Iracema e do motorista Tião Brasil Grande, emblemática da realidade brasileira. Classificação Indicativa: 16 anos

20/06 | QUARTA
 
15h00 Programa – Mais que a terra e Estado de seca

        Estado de seca, de Adriana Cursino. Rio de Janeiro, 2007, cor, 19’. João ocupou uma escola pública abandonada numa região conhecida como Vale da Seca, entre os vales do Jequitinhonha e São Francisco, Minas Gerais, Brasil. Lá vive com sua mulher e quatro filhos. A câmera acompanha, durante cinco dias, sem interferir diretamente, o movimento da família de João: o recadastramento no programa social do Governo Federal (Bolsa Família), as crianças na escola, o plantio dos alimentos, a coleta de água no rio e o cuidado com os animais. João revela a peculiaridade de sua visão de mundo. Classificação Indicativa: Livre

        Mais que a Terra, de Elizeu Ewald. Rio de Janeiro, 1990, cor, 72’. Cícero, motorista de ônibus em São Paulo, sonha em voltar a viver da terra. A ocasião se apresenta com a visita de seu primo, Eurico. Com a promessa de ganhar “uma terrinha”, ele parte para a Amazônia, com esposa e filhos menores. Mas a decepção é o que lhe aguarda quando descobre que fora vendido para um grileiro. Consegue escapar do cativeiro e é acolhido por um grupo de posseiros, que planejam retomar suas terras. Com eles, Cícero vai descobrir o preço – e a dor – de viver da terra numa região sem lei. Classificação Indicativa: 14 anos

17h00 Programa 72 – Uma questão de terra e A pedra da riqueza

        A Pedra da riqueza, de Vladimir Carvalho. Paraíba, 1976, PB, 16’. A partir de depoimentos dos próprios garimpeiros, o documentário procura compreender o processo primitivo do trabalho de garimpo da xelita, nas minas da região do vale do Sabugi, Paraíba, consideradas das mais importantes do mundo. Enfoca as rudimentares condições de vida desses trabalhadores, num sistema de trabalho quase primitivo, sem carteira de trabalho, assistência médica ou social e que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima que extraem: o tungstênio, utilizado nos mais sofisticados e complexos instrumentos da tecnologia nuclear. Classificação Indicativa: Livre

    19h30 “Xapiri”!, de Davi Kopenawa, Leandro Lima e Gisela Motta, Laymert Garcia dos Santos e Stella Senra, Bruce Albert. Produção: Cinemateca Brasileira, Instituto Socioambiental.  Xapiri é um filme experimental sobre o xamanismo yanomami, realizado por ocasião de dois encontros de xamãs na aldeia de Watoriki, Amazonas, em março de 2011 e abril de 2012. O filme foi concebido de modo a levar em conta duas noções diferentes de imagem: a dos yanomami e a nossa. Não se trata, pois, de explicar o xamanismo, seus métodos ou procedimentos, mas de tornar visível e sensível, para públicos de culturas diferentes, o modo segundo o qual os xamãs “incorporam” os espíritos, como seus corpos e suas vozes se transformam tanto no contato com os espíritos quanto ao “passar” de um a outro espírito.O filme Xapiri é um desdobramento do experimento Dispositivos de Visão, parte integrante do projeto Laboratório de Cultura e Tecnologia em Rede, uma iniciativa da Sociedade de Amigos da Cinemateca Brasileira com realização do Instituto Século 21, em parceria com O Instituto Socioambiental-ISA e a Hutukara Associação Yanomami.

21/06 | QUINTA

15h00 Programa 152 – Rio de Janeiro – a cidade e o morro

        Couro de gato, de Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro, 1960, pb, 15′. Às vésperas do carnaval, garotos de uma favela roubam gatos para fabricantes de tamborins. Exercício de realismo lírico, síntese de ficção e documentário, o filme narra o amor de um menino por um angorá e seu dilema ao ter de vender o bichano. Episódio do longa-metragem Cinco vezes favela, do Centro Popular de Cultura/UNE (1963). Classificação indicativa: 12 anos

        Rocinha-Brasil, de Sérgio Péo. Rio de Janeiro, 1977, cor, 19′. Um longo travelling pela favela carioca num momento em que o fantasma da remoção para áreas distantes ainda era a maior preocupação dos moradores. Classificação indicativa: Livre

        Sete minutos, de Cavi Borges, Júlio Pecly e Paulo Silva. Rio de Janeiro, 2007, cor, 7′. Em plano-sequência, o filme mostra o acerto de contas entre dois traficantes. Classificação indicativa: 16 anos

        Tópicos Urbanos, de Ivana Mendes, Rio de Janeiro, 2005, cor/pb, 52′. Um retrato da urbanização da cidade do Rio de Janeiro, desde a fundação até os dias atuais, enriquecido com depoimentos de historiadores, urbanistas e pesquisadores. Classificação indicativa: Livre

17h00 Programa 171 – O Grilo feliz

        O Grilo feliz, de Walbercy Ribas. São Paulo, 2001, cor, 81′. Em um pequeno povoado de insetos na floresta, o Grilo Feliz compõe suas músicas e dá lições de cidadania à sua turma, com sua violinha, feita de casca de amendoim. Mas a paz será quebrada com a chegada do ambicioso lagarto Maledeto e seu Bando do Brejo, formado por sapos guardiões, e Faz Tudo, um louva-a-deus bajulador e atrapalhado. Maledeto não respeita a natureza e odeia música. Ele acaba com a tranquilidade do local e estabelece um reinado de medo, que os habitantes da comunidade terão de combater com muita astúcia. Classificação indicativa: Livre

22/06 | SEXTA
 
15h00 Programa 104 – À margem do concreto e Casa de cachorro

        À margem do concreto, de Evaldo Mocarzel. São Paulo, 2006, cor, 88’. O filme acompanha a rotina da vida em ocupações urbanas, o revezamento na limpeza dos prédios, as dificuldades de administração, o pagamento coletivo das contas de água e luz no fim do mês, a relação de vizinhança em um lugar com pouquíssima privacidade. E também a insegurança e a angústia de quem tem a consciência de estar na ilegalidade e sem moradia. Classificação Indicativa: Livre

        Casa de cachorro, de Thiago Villas Boas. São Paulo, 2001, cor, 26’. Era uma vez o melhor lugar do mundo para se morar… Sob o viaduto ao lado do Ceagesp, em São Paulo, algumas famílias encontraram uma forma digna de sobreviver construindo casas de cachorro com a madeira dos caixotes abandonada pelos comerciantes do entreposto. Habituados ao local – poluído, cheio de trânsito e perigoso – os moradores vão ter de enfrentar a Prefeitura de São Paulo, que quer desalojá-los. Classificação Indicativa: 10 anos

17h00 Programa 251 – Discurso e intervenção

        Amerika, de Octávio Bezerra. Rio de Janeiro, 1979, cor, 8′. Uma composição de fotografias, resultado de dois anos de viagens pelo continente latino-americano. Classificação indicativa: 10 anos

        Naturezas mortas, de Penna Filho. Santa Catarina, 1995, cor, 16′. A degradação física do homem e da natureza na região carbonífera de Santa Catarina. Classificação indicativa: 10 anos

        Quem matou Elias Zi?, de Murilo Santos. Maranhão, 1986, cor, 15′. Utilizando técnicas de animação, poesia de cordel e cenas documentais, o filme reconstitui o assassinato do líder sindical Elias Zi, em 1982, registrando as inúmeras situações de violência praticada por latifundiários e grileiros contra os trabalhadores rurais do Maranhão. Classificação indicativa: 12 anos

        Rapsódia do absurdo, de Claudia Nunes. Goiás, 2006, cor/pb, 16′. Documentário experimental com cenas de arquivo da cobertura jornalística de dois marcantes episódios de luta pela terra no campo e na cidade ocorridos em Goiás: Fazenda Santa Luzia (Aruanã) e Parque Oeste Industrial (Goiânia), cuja dimensão os transforma em exemplos universais do conflito existente entre a propriedade privada e os pobres de todo o mundo. Classificação indicativa: 10 anos

        Restos, de Cristina Maure e Pablo Lobato. Mina Gerais, 2003, cor, 11′. Cinco câmeras, cinco cidades, uma noite e seus restos. Classificação indicativa: Livre

        Césio 137 – o brilho da morte, de Luiz Eduardo Jorge. Goiás, 2003, cor/pb, 25′. Quinze anos de dor, medo, dúvida, segregação e morte de vítimas de um dos maiores acidentes radiológicos do mundo. Não tem classificação indicativa

        Nada a declarar, de Gustavo Acioli. Rio de Janeiro, cor, 9′. Retrato da elite brasileira, a partir de um artista em estado crítico. Classificação indicativa: 12 anos

* filmes licenciados pelas produtoras

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